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quarta-feira, 24 de julho de 2019

Já ouviu falar na Roosevelt Island, em Nova York?

Nova York é uma cidade com tanta coisa para ver e fazer que alguns locais que poderíamos considerar imperdíveis, acabam ficando de fora da maioria dos roteiros turísticos pela cidade. É o caso, na nossa opinião, da agradável Roosevelt Island.

Localizada no East River, entre a ilha de Manhattan e o Queens, esta pequena ilha é um oásis de tranquilidade em meio à agitação da Big Apple. Para os habitantes da cidade que querem um lugar calmo para morar, pouco invadido pelos turistas, mas bem pertinho de Manhattan, a Roosevelt Island surge como uma excelente opção.

Roosevelt Island

Ainda permite uma excelente vista de Nova York, possui um agradável parque no seu extremo sul, guarda um pouco da história da cidade através de ruínas de um antigo hospital e alberga um teleférico que a interliga com a Segunda Avenida: o Roosevelt Island Tramway.

Os parques de Nova York, além do Central Park

Sem dúvida alguma, o Central Park é a maior referência para o turista quando se fala em parque na cidade de Nova York. E isto não ocorre à toa. O enorme parque verde no meio de Manhattan, realmente, merece toda a sua fama, sendo um dos locais mais agradáveis da Big Apple para se passear. 

O Central Park é mesmo maravilhoso mas não é o único parque de Nova York

Mas vamos ser justos: ele não é o único parque da cidade e muitos outros merecem a nossa atenção. Especialmente, se você tiver dias sobrando na cidade ou estiver retornando a Nova York pela segunda vez. Neste caso, você já terá feito o tour padrão e batido ponto nas atrações mais famosas da metrópole, restando tempo para visitar locais menos turísticos.

E, neste caso, vale à pena visitar outros parques da cidade.

Visitando o Gantry Plaza State Park


O Gantry Plaza, na verdade, não se localiza em Manhattan, mas no Queens, do outro lado do East River, e é o principal parque urbano de um distrito conhecido como Long Island City. 

Costumeiramente fora dos roteiros turísticos de Nova York, Long Island City, certamente, mereceria mais atenção. Uma área bem menos agitada do que Manhattan, é verdade, mas não por isso sem vida. Organizada, agradável, com prédios que nos despertaram uma enorme vontade de morar ali e uma concentração de ótimos restaurantes, ainda conta com uma vista privilegiada para o skyline de Manhattan. E é do Gantry Plaza State Park que temos a melhor vista.

domingo, 2 de junho de 2019

Vale à pena se hospedar no Queens durante sua viagem a Nova York?

Se você chegou até este post, é porque você deve estar assustado com o preço dos hotéis em Manhattan e resolveu procurar por opções mais baratas para se hospedar em Nova York. O problema é que a maior parte das atrações da cidade se encontra na ilha de Manhattan. É lá também onde você, provavelmente, vai querer estar na maioria das noites, seja assistindo a um musical da Broadway seja apenas desfrutando da noite novaiorquina.

Portanto, é claro que se hospedar na ilha seria a melhor opção. Mas os preços andam realmente impeditivos. Na nossa primeira viagem a Nova York, conseguimos nos hospedar em um hostel em Manhattan, com direito a quarto privativo. Mas desta última vez, em novembro de 2018, nos assustamos com o valor da diária (o triplo de 3 anos atrás). Logo percebemos que seria inviável se hospedar na ilha.

Pensamos, então, no Brooklyn. O bairro é o segundo mais procurado pelos turistas. Mas, talvez por isso mesmo, não esteja com os preços tão mais em conta assim. Foi aí que tivemos que considerar algumas outras opções e acabamos decidindo por um hotel no Queens.

Queens, às margens do Rio East

O Queens fica ao norte do Brooklyn e a leste de Manhattan, do qual é separado pelo Rio East. Claro que ficamos receosos. Mas não é que acabou valendo à pena!!

quarta-feira, 29 de maio de 2019

LX Factory, área pública de lazer em Lisboa

Se tem algo que nos encanta em algumas cidades desenvolvidas que vistamos é iniciativa de transformar áreas antes abandonadas em espaços públicos de convivência e lazer. É o reaproveitamento inteligente levando à revitalização urbanística de espaços aparentemente sem função. Já vimos isso em Nova York, Toronto e Tel Aviv, por exemplo.

E, em Lisboa, também tivemos o prazer de visitar uma área assim: a LX Factory. O que antes era uma área industrial abandonada no bairro de Âlcantara, transformou-se num complexo de bares, restaurantes, lojas e galerias de arte. Um espaço de convívio público que vale a visita.

LX Factory
Além de bons restaurantes, a LX Factory possui também uma livraria que causará entusiasmo em amantes da leitura: a Ler Devagar. O espaço manteve parte da estrutura e do maquinário da antiga fábrica ali localizada, o incorporando à decoração. O resultado é um bom exemplo de criatividade e bom gosto.

Como ir de Lisboa para Sintra

Se tem um bate-e-volta popular a partir de Lisboa, este é Sintra. Afinal, a cidade, além de estar cheia de atrações maravilhosas, ainda pode ser acessada facilmente a partir da capital portuguesa. São apenas cerca de 30 Km entre as duas cidades e a melhor forma de fazer o trajeto é de trem.

Sintra, Portugal

O tempo de trem entre Lisboa e Sintra varia de 40 a 50 minutos a depender da estação de partida. Afinal, Lisboa possui várias estações ferroviárias, sendo que há trem direto para Sintra partindo de cinco delas: Oriente, Roma-Areeiro, Rossio, Entrecampos e Sete Rios.

Infelizmente, não há trem direto a partir da estação Cais do Sodré, mas se você estiver hospedado no centro, poderá pegar o trem na central estação do Rossio.

terça-feira, 28 de maio de 2019

O que fazer em Sintra

Localizada a cerca de 30 Km de Lisboa, em uma região de serras, encontra-se a agradável cidade de Sintra, um dos bate-e-voltas mais populares entre os turistas que visitam a capital portuguesa. Otimizando bem o seu tempo, é possível visitar as principais atrações da cidade em um único dia.

Entre estas atrações, destacam-se três: a Quinta da Regaleira, o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros. A primeira fica próxima do centro e pode ser facilmente acessada a pé. Já as outras duas ficam no topo da Serra de Sintra, sendo necessário lançar mão de algum transporte público.

Aliás, a geografia de Sintra garante que o turista vai ter que subir e descer ladeiras pela cidade, o que, obviamente, pode dificultar um pouco a vida dos viajantes que gostam de bater perna. A boa notícia é que o centro histórico é pequeno.

Sintra
Não dirigimos pela cidade, mas não recomendamos. Pelo que percebemos, não é nada fácil estacionar por lá. E, considerando a facilidade em ir de trem de Lisboa para Sintra, não achamos que seja necessário se deslocar para lá de carro.

Outro aspecto que nos chamou a atenção em Sintra foi a enorme quantidade de turistas na cidade. Em torno do meio-dia, parecia haver mais visitantes do que espaço para albergar todos. Este alto fluxo de turistas, certamente, veio como consequência do aumento do investimento do país no turismo, refletindo o incremento do setor em Lisboa.

O problema é que Sintra não nos pareceu ainda complemente adaptada à grande concentração de turistas (pelo menos na época em que a visitamos). Pelo menos no que se refere ao transporte público.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Como é a visita ao Palácio de Queluz

Guardada as devidas proporções, o Palácio de Queluz é uma espécie de Versailles de Portugal, embora não possa ser comparado em grandiosidade. No entanto, corresponde a um belo monumento, com jardins agradáveis e salões deslumbrantes que valem a visita.

Especialmente, a visita dos brasileiros, com os quais o palácio divide um pouco da sua história. Afinal, era lá que residia a família real portuguesa antes se mudarem, fugidos, para o Brasil. Sendo assim, referências a figuras históricas como D. João VI, Maria I ("a louca") e Carlota Joaquina estão espalhadas pelo palácio.

O Palácio de Queluz, localizado a cerca de 14Km do centro de Lisboa

Construído, originalmente, como uma palácio de verão para a realeza, o Palácio de Queluz acabou sendo promovido à residência oficial após o catastrófico terremoto que destruiu Lisboa e o palácio real no centro da cidade. Por sorte, toda a família real sobreviveu, mudando-se para Queluz.

Sua permanência por lá, entretanto, não foi tão duradoura. Com a invasão de Portugal por Bonaparte, D. João VI se viu obrigado a fugir para o Brasil, marcando um fato histórico que veio a influenciar toda a história do Brasil e deixando para trás um palácio que não viu mais reis e rainhas em seus aposentos.

sábado, 25 de maio de 2019

Última tarde em Lisboa: Parque Eduardo VII e Mercado da Ribeira

Após nossa agradável visita ao Parque das Nações, era hora de aproveitarmos nossa última tarde em Lisboa para visitar alguns últimos pontos turísticos que ficaram de fora do nosso roteiro até então.

Para isso, nós pegamos a linha vermelha de metrô e seguimos até a última estação, a de São Sebastião. O objetivo de descer ali era conhecer outra atração de Lisboa fora do centro histórico e de Belém: o Parque Eduardo VII.

Parque Eduardo VII, em Lisboa

No caminho entre a estação e o parque, passamos pelo El Corte Inglês de Lisboa. Para quem não conhece, é uma famosa cadeia de lojas de departamento espanhola. No seu interior, há supermercado, restaurantes, cinema e, logicamente, muitas lojas. Boa opção para quem não dispensa um momento de compras durante uma viagem.

domingo, 19 de maio de 2019

Conhecendo o Parque das Nações em Lisboa

No final do século XX, como parte do processo de modernização de Lisboa para a Expo 98, foi desenvolvido, às margens do rio Tejo, o projeto urbanístico que gerou o Parque das Nações, área pública de integração com o meio ambiente, que modernizou e revitalizou esta antiga zona ribeirinha.

E, hoje, esta área corresponde a um importante polo turístico da capital portuguesa, oferecendo, ao visitante, uma Lisboa completamente diferente do seu centro histórico. Tudo em volta do Parque das Nações exala modernidade. Os prédios, pontes e praças investiram em uma arquitetura arrojada, mantendo inúmeras áreas arborizadas para a convivência mútua de moradores e turistas.

A parte moderna de Lisboa vista do Parque das Nações

Para se chegar ao Parque das Nações, é possível seguir de trem ou metro até a Estação do Oriente e, de lá, seguir caminhando por uma curta distância até o local. A linha de Sintra é uma das quais possuem comboios até esta estação. Se preferir o metrô, deve-se pegar a linha vermelha. Se estiver no centro, você poderá pegar a linha verde e seguir até a estação Alameda para fazer baldeação para a linha vermelha.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Visitando o Castelo de São Jorge

No topo de uma das colinas de Lisboa, vigiando do alto o centro histórico da cidade, vemos o antigo Castelo de São Jorge, cujas muralhas, que remontam aos tempos medievais, foram testemunhas de várias passagens históricas de Lisboa ao longo dos séculos. Afinal, a fortificação assumiu função militar, esteve sob o domínio muçulmano, foi reconquistado pelos cristãos (quando ganhou o nome do padroeiro dos cruzados) e serviu de palácio para a monarquia portuguesa.

O Castelo de São Jorge

Parte desta história pode ser vista a partir da exposição de artefatos arqueológicos expostos no interior do monumento. Mas a visita ao castelo vai além disso. De suas muralhas, tem-se uma das melhores vistas da parte histórica de Lisboa e do rio Tejo. E, ao final do dia, é possível apreciar um belo por do sol a partir da fortificação.

domingo, 21 de abril de 2019

Como é a visita ao bairro de Belém em Lisboa

Já fizemos um post inteiro para falar sobre nosso roteiro pelo centro histórico de Lisboa. Agora, vamos contar como foi nossa visita à Belém, bairro da capital portuguesa que concentra três importantes pontos turísticos da cidade: o Padrão dos Descobrimentos, a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerônimos.

A famosa Torre de Belém, um dos principais pontos turísticos de Lisboa

Após dedicar a manhã do nosso primeiro dia na cidade ao centro, chegara a hora de passar uma agradável tarde passeando por Belém. Como os três pontos citados acima se localizam relativamente perto um dos outros, pode-se conhecer o bairro caminhando. No entanto, Belém não fica próximo do centro, sendo necessário seguir até lá de transporte público. 

Como não há estação de metrô em Belém, sobram, então, os ônibus e os bondinhos. Já andamos muito de ônibus na vida, de modo que não pensamos duas vezes antes de escolher o clássico bondinho de Lisboa. 

sábado, 20 de abril de 2019

Nosso roteiro pelo centro histórico de Lisboa

Como toda capital europeia, Lisboa tem um centro histórico rico, que está entre as partes mais movimentadas e visitadas de toda a cidade. Para os brasileiros, então, que temos nossa própria história fortemente associada a Portugal, passear pela cidade é dar de cara com prédios antigos cuja arquitetura lembra nossas próprias cidades históricos.

Centro histórico de Lisboa


Esta foi, então, a primeira parte da cidade que escolhemos visitar. E este primeiro contato logo gerou em mim uma surpresa. Afinal, eu já havia conhecido Lisboa há 8 anos, e foi notório perceber o aumento gigante do turismo na cidade. 

Aliás, o investimento no turismo foi uma das estratégias utilizadas pelo governo para tirar Portugal da crise sofrida pelo país no início desta década. E, ao que percebemos, esta estratégia rendeu bons frutos. Lisboa é, a olhos vistos, bem mais visitada hoje do que há oito anos.

Por outro lado, o fluxo intenso de turistas não nos pareceu ter sido acompanhada por um aumento do cuidado com os prédios históricos da cidade. Em algumas partes do centro, percebemos que muitas construções ainda carecem de restauração. E, em muitas ruas, percebemos que a limpeza ainda não é o forte da capital portuguesa. 

Nada, no entanto, que impeça o visitante de apreciar e se encantar por Lisboa.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Conhecendo Vianden, simpática cidade de Luxemburgo

Quem acha que a Cidade de Luxemburgo é a única cidade interessante para se visitar no país, engana-se. A menos de uma hora da capital, é possível encontrar uma pequena cidade, destas com ar de vilarejo que amamos explorar pela Europa, conhecida como Vianden. 

Localizada na Floresta de Ardennes, nas margens do Rio Our, o vilarejo é rodeado por muito verde e colinas, mas tem mesmo como grande protagonista o Castelo de Vianden, localizado sobre um monte acima da cidade. O visual enche os olhos e, não à toa, a cidade foi escolhida pelo escritor Victor Hugo para passar um tempo durante o seu exílio da França.

A simpática Vianden com o seu castelo sobre a cidade e a Floresta de Ardennes à sua volta

Para visitá-la, basta um dia e você pode, tranquilamente, fazer um bate-e-volta a partir da Cidade de Luxemburgo. Fomos de carro, atravessando as tranquilas estradas  do interior do país e passando por minúsculas cidades que, embora pequenas, deixavam transparecer a excelente qualidade de vida de Luxemburgo.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Roteiro de 1 dia na Cidade de Luxemburgo

Só tivemos um dia para explorar a Cidade de Luxemburgo e confesso que achei suficiente. Todos os pontos turísticos são próximos, é possível fazer tudo a pé e não é necessário tanto tempo para explorar bem a cidade. No nosso caso, só não deu tempo de conferir a parte moderna da capital luxemburguesa, mas confesso que não sentimos falta. A beleza da cidade se concentra mesmo na sua parte histórica.

Centro histórico da Cidade de Luxemburgo e suas partes alta e baixa

Mas como só tínhamos um dia, foi fundamental ficar em um hotel bem localizado, próximo ao centro histórico. O Parc Plaza, escolhido por nós, localiza-se na margem da parte alta da cidade (Ville Haute), sobre o Vale de Petrusse, uma extensa área arborizada que funciona como parque na parte baixa.

Saímos do hotel, sempre com vista para o vale lá embaixo e, após poucos metros de caminhada, chegávamos à Ponte Adolphe, um dos principais pontos de referência da capital, já na rua conhecida como Boulevard Franklin Roosevelt.

domingo, 31 de março de 2019

Já pensou em conhecer Luxemburgo? Aí vão algumas dicas

Localizado entre Bélgica, França e Alemanha, está este pequeno país que, muitas vezes, passa batido pelos roteiros turísticos na Europa. O que muitos não sabem, no entanto, é que a sua capital, a Cidade de Luxemburgo, é encantadora, não precisa de muito tempo para ser explorada e pode se encaixar perfeitamente em um roteiro com algum dos países citados acima.

Portanto, se você estiver pelo sul da Bélgica, nordeste da França ou oeste da Alemanha, um desvio até a Cidade de Luxemburgo pode ser uma excelente ideia. Se quiser prolongar um pouco mais sua passagem pelo país, pode ainda conhecer alguns dos seus castelos nas pequenas cidades do interior, como o Castelo de Vianden. Devido à sua pequena extensão territorial, é possível cruzar relativamente  rápido as estradas de Luxemburgo.

O país corresponde ao único grão-ducado restante do mundo, o que significa que ele é governado por um grão-duque, que nada mais é do que um monarca. Há, no entanto, uma democracia parlamentar que, através de uma Câmera de Deputados, governa junto o país.

Cidade de Luxemburgo

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Nosso passeio pela encantadora Rothenburg ob der Tauber

De todas as cidades que compõem a Rota Romântica da Alemanha, uma se destaca pelo título que a acompanha: a de ser a mais bela cidade da estrada cênica. Claro que só isso já cria uma grande responsabilidade e eleva as expectativas de qualquer turista lá pra cima.

A boa notícia é que a cidade é, realmente, muito bonita e honra seu título. Dificilmente, você se decepcionará em conhecê-la. Só não a achamos a mais bonita, já que Dinkelsbühl, ao nosso olhar, a superou. Mas isto é, obviamente, uma questão muito subjetiva. 

Rothenburg ob der Tauber

Rothenburg ob der Tauber pode ser visitada tanto durante um trajeto pela Rota Romântica, quanto de uma bate-e-volta a partir de Frankfurt (a 177 Km de distância) ou de Munique (a 254 Km). Se quiser conhecer a cidade com mais calma, você pode se hospedar por lá.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Nördlingen e Dinkelsbühl: duas charmosas cidades da Rota Romântica alemã

No nosso último dia percorrendo a Rota Romântica na Alemanha, já havíamos nos apaixonado por Füssen, realizado o sonho de ver de perto o Castelo de Neuschwanstein, percorrido as encantadoras ruas de Landsberg am Lech e visitado o Castelo e Harburg. Mas as surpresas do caminho ainda não haviam terminado.

Nördilingen e Dinkelsbühl, duas pequenas cidades que mantêm completamente preservada a sua muralha medieval em torno da sua parte histórica, ainda estavam no nosso caminho.

Dinkelsbühl

Visitando Nördlingen


Quando li na internet que esta antiga cidade medieval havia sido construída dentro de uma cratera formada pela queda de um meteorito há muitos anos, não tive dúvida: nós tínhamos que visitar a cidade apenas por esta curiosidade. Como se não bastasse, Nördlingen ainda se  mostrou ser mais uma bela e charmosa cidadezinha da Rota Romântica.

Nossa visita à pacata cidadezinha alemã de Harburg

Ainda em terras da Baviera, a cerca de 160 Km da cidade de Füssen, onde havíamos iniciado o percurso pela Rota Romântica alemã, encontra-se a pequena Harburg, um antigo vilarejo medieval que surgiu nas proximidades de um castelo, cuja sabida existência vem do distante século XII.

Desta forma, o Castelo de Harburg corresponde a um dos castelos mais antigos do sul da Alemanha e uma das principais atrações da Rota Romântica. Localizado em uma parte mais elevada do que a cidade, ele pode ser visto de vários pontos do vilarejo.

Harburg. Na parte alta da cidade, vê-se uma parte do seu castelo.

A maioria dos turistas, no entanto, acabam pulando a cidade e conhecendo apenas o castelo. Realmente, há muito pouco para se ver em Harburg além do seu castelo. Mas, em compensação, você pode visitar o centro da cidade em um piscar de olhos.

No nosso caso, Harburg foi a cidade onde escolhemos nos hospedar na nossa segunda noite pela Rota Romântica, de modo que foi inevitável conhecê-la mais de perto. E exatamente por ser menos turística do que outras cidades da rota, acabamos tendo uma experiência bem mais autêntica. 

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Visitando Landsberg am Lech na Alemanha

Construída às margens do rio Lech, na Alta Bavaria, há uma pequena e charmosa cidade conhecida como Landsberg am Lech e que faz parte da panorâmica Rota Romântica alemã. Partindo do Castelo de Neuscwanstein no sentido norte é a próxima cidade de maior impacto visual da rota, já que as outras localizadas no caminho não chegam a ser tão marcantes.

Por isso, foi para Landsberg que seguimos logo após deixar Neuscwanstein. Pela pesquisa que eu havia feito na internet, foi uma das cidades que eu havia selecionado para conhecer. E já adianto que valeu muito à pena, já que amamos cada recanto da cidade.

Landsberg am Lech

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Como visitar o Castelo de Neuschwanstein

Foi na segunda metade do século XIX, após assumir o trono do reino da Baviera, que Luís II teve a ideia (considerada insana por muitos) de construir um enorme castelo no meio de uma paisagem de tirar o fôlego e bem próximo ao Castelo de Hohenschwangau, onde o monarca crescera. E porque esta ideia foi considerada insana?

Talvez a primeira resposta seja pelo fato desta construção não ser exatamente necessária para o reino. Mas, estimulado pela sua excentricidade, Luís II resolveu gastar não apenas o dinheiro do reino mas o seu próprio na construção de um castelo aos moldes da superada Idade Média e que fizesse jus ao mais lúdico dos contos de fada.

O Castelo de Neuschwanstein 

A referência principal utilizada pelo rei para idealizar o castelo foi a obra musical do compositor Richard Wagner, de forma que várias salas do castelo são decoradas em homenagem às histórias que permeiam as óperas do músico e até o próprio nome Neuscwanstein (Cavaleiro do Cisne) foi dado em homenagem a Lohengrin, personagem de uma destas óperas. Não à toa, Luís II contratou um cenógrafo de peças teatrais e não um arquiteto para desenhar o modelo do castelo.

Para completar, o rei ainda mandou construir, na mesma época, dois outros palácios, o de Linderhof (falo sobre ele no post: Como é a visita ao Palácio de Linderhof) e o de Herrenchiemsee. Realmente, não tinha dinheiro que desse. E foi exatamente isto que os ministros do rei utilizaram para declará-lo insano e aprisioná-lo em seu próprio castelo. 

Infelizmente, pouco tempo depois, o monarca foi encontrado morto em circunstâncias misteriosas, não tendo visto a finalização do Castelo de Neuschwanstein. Hoje, esta obra é uma das principais atrações turísticas do país, movimentando o turismo na região da Baviera. Walt Disney utilizou o castelo para se inspirar na idealização do Castelo da Cinderela. E o monarca se tornou uma figura histórica muito querida atualmente entre os habitantes da Baviera. Talvez, ele fosse mais um visionário do que um louco.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Füssen: apenas uma base ou vale à pena explorar a cidade?

Caso não fosse sua proximidade com o Castelo de Neuschwanstein, talvez Füssen não fosse tão visitada quanto é hoje, já que a cidade acaba servindo de base para quem está indo conhecer a famosa atração alemã. Além disso, Füssen faz parte da Rota Romântica, uma das estradas mais percorridas do país. Na verdade, a cidade se encontra na extremidade sul desta rota, dando início ou finalizando o trajeto (a depender do sentido escolhido pelo viajante). 

A dúvida que fica é: Füssen funciona apenas como base para quem vai visitar o castelo ou fazer a Rota Romântica? Ou ela tem seu encanto e vale à pena ser explorada?

Já li e ouvi muitos relatos de que Füssen não tem graça. Talvez, esta impressão seja mais comum entre aqueles que fazem a rota no sentido norte-sul e, assim, já após conhecer inúmeras outras pequenas cidades do trajeto, acabam não se impressionando tanto com Füssen. Ou talvez seja apenas questão de gosto pessoal mesmo.

No nosso caso, nós adoramos a cidade. Foi, inclusive, a cidade preferida da rota da irmã e prima de Técio que viajavam conosco. Mas o que a cidade tem demais?

Füssen

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Como organizar um roteiro pela Rota Romântica da Alemanha

Um total de 28 cidades compõe a chamada Rota Romântica (ou Romantische Straße, em alemão), uma estrada do sul da Alemanha que, em sentindo vertical, corta dois estados do país: Baden-Württemberg, ao norte, e Baviera (ou Bavaria), ao sul, por cerca de 380 Km. As belas paisagens desta última unidas ao charme dos muitos vilarejos pelo caminho, transportam o turista para um verdadeiro cenário de conto-de-fadas, justificando a alcunha recebida pela rota.

Para completar, a rota ainda pode ser finalizada ou iniciada (dependendo do seu ponto de partida) com o magnífico Castelo de Neuschwanstein, um dos maiores marcos turísticos da Alemanha, devido não apenas à sua beleza arquitetônica mas também ao cenário em que está inserido.

O majestoso Castelo de Neuschwanstein, que marca o início ou o fim (a depender do sentido escolhido) da Rota Romântica alemã


Mas ao se decidir conhecer a Rota Romântica alemã, uma série de dúvidas invade a mente do viajante: Eu preciso conhecer todas as cidades? Quais priorizar? Em que sentido fazer a rota, norte-sul ou sul-norte? É preciso alugar um carro? Onde se hospedar ao longo da rota? E quantos dias são necessários para percorrê-la?

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Como é a visita ao Palácio de Linderhof

Luis II, o rei que governou a Baviera na segunda metade do século XIX, foi responsável pela construção do imponente Castelo de Neuschwanstein, um dos pontos turísticos atuais mais famosos da Alemanha. Mas engana-se quem acredita que este foi o único legado arquitetônico do monarca. Afinal, o referido rei ficou conhecido por ter se endividado para poder realizar seu desejo de construir palácios emblemáticos, chegando até a ignorar assuntos de Estado (não à toa, foi chamado por muitos de "rei louco").

Entre estas outras construções, destaca-se, além do Castelo de Neuschwanstein, o Palácio de Linderhof, localizado próximo ao município de Ettal, no distrito de Garmisch-Partenkirchen. Por isso que os turistas que visitam esta última, acabam também esticando seu passeio até o Palácio de Linderhof.

O Palácio de Linderhof

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Uma rápida passagem por Garmisch-Partenkirshen e pelo Lago Eibsee

Na belíssima região alemã conhecida como Baviera, no sul do país já bem próximo à fronteira com a Áustria, está uma cidade que, no passado, já foram duas, Garmisch (a oeste) e Partenkirshen (a leste). Em 1935, na vigência do nazismo, as duas se tornaram uma só para sediarem os Jogos Olímpicos de Inverno do ano seguinte. 

Atualmente, Garmisch-Partenkirshen faz sucesso como importante estação de esqui durante o inverno da Alemanha. Afinal, a cidade localiza-se no meio dos alpes alemães e nas proximidades da montanha mais alta do país: o Zugspitze. Mas, no verão, as montanhas e os lagos ao redor da cidade também podem (e devem) ser apreciados.

A natureza em volta da cidade, não é, no entanto, o único motivo para visitá-la. Garmisch-Partenkirshen mantém até hoje uma tradição arquitetural comum desta parte da Baviera: afrescos adornando as fachadas de suas casas. Estas características pinturas são conhecidos como Lüftlmalerei.

Garmisch-Partenkirshen e sua principal característica: afrescos nas fachadas de suas casas (uma tradição das cidades localizadas na região alemã conhecida como Alta Baviera). Ao redor da cidade, os Alpes.

Deste modo, ao visitar a cidade, você não apenas vai se encantar com as características de uma charmosa pequena cidade alemã, como também vai ter, como bônus, enormes pinturas nas fachadas das casas, particularmente concentradas no seu centro histórico.

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Nossa péssima experiência no Mundo dos Cristais da Swarovski

Nem todos sabem, mas a famosa empresa Swarovski, cuja marca registrada são os produtos à base de cristais, tem sua sede localizada na Áustria, mais especificamente em Wattens, a apenas 17 Km de Innsbruck. Para atrair os turistas, a empresa criou uma espécie de museu temático conhecido como Mundo dos Cristais da Swarovski (ou Swarovski Kristallwelten).

O Mundo dos Cristais da Swarovski

Pela sua proximidade com a capital do Tirol, o local acabou se tornando uma das principais atrações turísticas para quem visita a cidade de Innsbruck. Por ter sempre me encantado com os produtos da marca ao vê-los em suas lojas, imaginei que a possibilidade de visitar um museu da empresa dedicado aos cristais seria uma excelente ideia.

Ledo engano! Simplesmente, detestamos a visita. Achamos completamente dispensável. Pagamos um ingresso caro para visitar uma das atrações mais bregas e sem graça que já conhecemos ao longo das nossas viagens.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Como subir ao topo do Nordkette, uma das principais atrações de Innsbruck

Entre as cadeias montanhosas que cercam a charmosa cidade austríaca de Innsbruck, uma oferece ao visitante uma estrutura turística que permite contato direto com os Alpes Austríacos. Conhecida como Nordkette, esta montanha está posicionada ao norte da cidade e abriga uma das principais estações de ski da Áustria.

Mas mesmo sem neve, durante o verão, a cadeia montanhosa continua fazendo sucesso entre os turistas, seja entre aqueles que curtem aventura, como trilhas em meio à natureza, seja entre os que a sobem apenas para contemplar a beleza dos Alpes. Nós nos incluímos neste último grupo.

No topo do Nordkette

A boa notícia é que há um eficiente sistema de transporte que leva o visitante até o topo do Nordkette, partindo do centro da cidade. Este sistema é composto por um funicular e dois teleféricos que juntos interligam quatro estações.

domingo, 27 de janeiro de 2019

Visitando a charmosa Innsbruck, capital do Tirol

Innsbruck é a principal cidade do oeste da Áustria, capital do estado do Tirol e famosa por se localizar em meio aos belos Alpes Austríacos, o que não apenas enche o entorno da cidade de beleza como também faz dela um importante destino de esportes de inverno. Seu nome significa "Ponte sobre o Rio Inn", que é o rio que corta a cidade.

Mas não apenas as montanhas dos Alpes ao seu redor chamam a atenção do turista. A cidade em si é cheia de beleza com seus charmosos e coloridos prédios históricos do centro transportando o visitante para algum livro de conto de fadas. É tudo tão organizado, limpo e agradável que mais parece um cenário de filme. A impressão, enquanto caminhamos pelas ruas, é de que alguma princesa da Disney ou algum cavaleiro errante surgirá na próxima esquina.

Innsbruck

E foi esta união de cidade charmosa com Alpes que me fez desejar visitar Innsbruck desde a minha primeira visita à Áustria. Infelizmente, não conseguimos inclui-la no roteiro, na ocasião, em decorrência da sua relativa distância em relação à Viena (cerca de 477 Km). 

No entanto, na nossa última visita à Europa, havíamos incluído tanto a Toscana quanto a Rota Romântica alemã na nossa programação. E qual cidade poderia servir de base no nosso deslocamento terrestre entre Itália e Alemanha? Ela mesmo: Innsbruck. Não pensamos duas vezes, e incluímos duas noites na cidade no nosso roteiro.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Como ir de Milão para Innsbruck de trem

Na nossa última ida à Europa, queríamos incluir tanto a Toscana quanto a Rota Romântica alemã na mesma viagem. Como não queríamos pegar um voo, tivemos a ideia de incluir a cidade austríaca de Innsbruck no roteiro já que ela fica entre os dois países, já próxima a Füssen, cidade alemã da extremidade sul da Rota Romântica. Uma rápida pesquisa na internet nos revelou que havia  uma forma fácil de ir do norte da Itália até Innsbruck por terra: o trem.

A companhia ferroviária austríaca OBB faz, diariamente, mais de uma viagem  entre Verona e Innsbruck e, caso você esteja em outra cidade italiana, basta checar a disponibilidade de trem até Verona com conexão até a Áustria.

Paisagem da janela do trem entre Verona e Innsbruck, já em solo austríaco

No caso de Milão, você já pode comprar o trajeto em um único bilhete juntando os dois trechos. Há mais de um horário disponível, com mais de uma opção de tempo de espera em Verona. Você pode até optar por ir até esta última, conhecer a cidade, passar a noite por lá e só pegar o trem para Innsbruck no dia posterior.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Passeando por Florença: Piazza della Repubblica, Museu Casa de Danti e Piazza della Signoria

A grande vantagem de passear a pé por Florença é que suas principais atrações turísticas estão concentradas no centro, de modo que você pode ir de uma para outra em poucos minutos, não precisando de tanto tempo para explorar o principal da cidade. Assim, no nosso segundo dia por lá, já tendo visitado os principais museus de Firenze no dia anterior, foi possível visitar vários locais marcantes da cidade.

Logo no início do dia, visitamos duas das principais igrejas de Florença: a Basílica de Santa Croce e a Basílica de Santa Maria del Fiore. Mas já fiz um post específico sobre estas nossas visitas, dando detalhes e informações úteis sobre as atrações.

A longa fila para entrar no Duomo de Florença acabou tomando boa parte da nossa manhã. Mesmo assim, ainda sobrou tempo para fazermos muita coisa.

Visitando a Piazza della Repubblica


Saímos da Piazza del Duomo rumo à outra importante praça da cidade: a Piazza della Repubblica. A praça foi construída no local onde funcionava o Mercado Vecchio da cidade na época em que ocorreu a unificação dos reinos da Itália, tendo Florença se tornado a primeira capital do país. Não à toa, um  imponente arco triunfal, conhecido como o Arcano, funciona como um pórtico de acesso à praça.

A Piazza della Repubblica com o seu arco triunfal

domingo, 20 de janeiro de 2019

Visitando as igrejas de Florença: Santa Croce e Santa Maria del Fiore.

Começamos o nosso segundo dia de passeio em Florença, visitando duas de suas principais igrejas: a Basílica de Santa Croce e a Basílica de Santa Maria del Fiore (o Duomo da cidade). Obviamente, como toda cidade italiana, Firenze tem muito mais igrejas do que estas duas, mas escolhemos apenas estas duas por sua importância histórica e cultural.

Como é a visita à Basílica de Santa Croce


Pela proximidade com o nosso hotel, visitamos primeiro a Santa Croce, que é a maior igreja franciscana do mundo (conta a lenda, inclusive, que foi o próprio São Francisco de Assis que a fundou). A igreja está localizada no centro de Firenze, na Piazza Santa Croce.

Basílica de Santa Croce

domingo, 13 de janeiro de 2019

Passeio noturno em Florença

No nosso primeiro dia em Florença, fomos à Piazzale Michelangelo para apreciar a vista da cidade e visitamos as Gallerias Uffizi e della Accademia. Entre uma atração e outa, enquanto caminhávamos pelas ruas da cidade, fomos nos sentindo cada vez mais incomodados com a multidão de turistas. 

O fato das principais atrações se concentrarem muito próximas umas das outras dentro do centro histórico de Florença, certamente, contribui para uma grande concentração de visitantes nas  estreitas ruas da cidade. As principais praças ficam lotadas. As filas dos museus são assustadores. E tudo isso só se agrava durante o verão europeu.

E foi caminhando de um museu a outro que Técio teve a excelente ideia de deixar para conhecer alguns lugares à noite, na esperança de encontrarmos ruas menos lotadas. Assim, após a visita à Galleria della Accademia, resolvemos voltar ao nosso hotel para descansar um pouco e, assim, aproveitar melhor fazendo um passeio noturno pela cidade.

E a decisão não poderia ter sido melhor. Obviamente, a cidade não fica vazia à noite, mas cai bastante o número de turistas, já que não há mais as excursões promovidas pelas agências locais. Soma-se a isso o fato da temperatura ser muito mais agradável no período noturno durante o verão e a beleza da iluminação noturna da cidade, principalmente, nas margens do rio Arno.

Florença fica ainda mais encantadora à noite, especialmente às margens do Rio Arno, que reflete a bonita iluminação da cidade.

sábado, 5 de janeiro de 2019

Os museus de Florença: Galleria degli Uffizi e Galleria della Accademia

As palavras arte e Florença andam quase de mãos juntas de tão importante que a cidade italiana foi (e é) para a história da arte. Tendo albergado famosos artistas, como Michelangelo e Botticelli, não é de se estranhar que os museus da cidade estão entre as principais atividades turísticas da capital da Toscana.

E, embora sejam muitos os museus da cidade, dois se destacam por abrigar as principais obras de arte: a Galleria degli Uffizi e a Galleria della Academia. Esta última é famosa por expor aos visitantes uma das obras de arte mais famosas do mundo: o Davi de Michelangelo. No entanto, é um museu pequeno e que não vai tomar muito do seu tempo.

O Davi de Michelangelo, na Galleria della Accademia

Já a Galleria degli Uffizi é bem maior e com muito mais obras de arte expostas, sendo composta por várias salas com pinturas renascentistas de Botticelli, Rafael, Caravaggio, Ticiano, da Vinci, entre outros. Portanto, um maior tempo deverá ser dedicado a este museu.

No nosso caso, tivemos que conhecer os dois museus no domingo em que chegamos a Florença, uma vez que, às segundas, ambos estão fechados. Dividimos, assim, a nossa tarde entre os dois, dedicando muito mais tempo à Galleria degli Uffizi.