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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Passeando por Florença: Piazza della Repubblica, Museu Casa de Danti e Piazza della Signoria

A grande vantagem de passear a pé por Florença é que suas principais atrações turísticas estão concentradas no centro, de modo que você pode ir de uma para outra em poucos minutos, não precisando de tanto tempo para explorar o principal da cidade. Assim, no nosso segundo dia por lá, já tendo visitado os principais museus de Firenze no dia anterior, foi possível visitar vários locais marcantes da cidade.

Logo no início do dia, visitamos duas das principais igrejas de Florença: a Basílica de Santa Croce e a Basílica de Santa Maria del Fiore. Mas já fiz um post específico sobre estas nossas visitas, dando detalhes e informações úteis sobre as atrações.

A longa fila para entrar no Duomo de Florença acabou tomando boa parte da nossa manhã. Mesmo assim, ainda sobrou tempo para fazermos muita coisa.

Visitando a Piazza della Repubblica


Saímos da Piazza del Duomo rumo à outra importante praça da cidade: a Piazza della Repubblica. A praça foi construída no local onde funcionava o Mercado Vecchio da cidade na época em que ocorreu a unificação dos reinos da Itália, tendo Florença se tornado a primeira capital do país. Não à toa, um  imponente arco triunfal, conhecido como o Arcano, funciona como um pórtico de acesso à praça.

A Piazza della Repubblica com o seu arco triunfal

domingo, 20 de janeiro de 2019

Visitando as igrejas de Florença: Santa Croce e Santa Maria del Fiore.

Começamos o nosso segundo dia de passeio em Florença, visitando duas de suas principais igrejas: a Basílica de Santa Croce e a Basílica de Santa Maria del Fiore (o Duomo da cidade). Obviamente, como toda cidade italiana, Firenze tem muito mais igrejas do que estas duas, mas escolhemos apenas estas duas por sua importância histórica e cultural.

Como é a visita à Basílica de Santa Croce


Pela proximidade com o nosso hotel, visitamos primeiro a Santa Croce, que é a maior igreja franciscana do mundo (conta a lenda, inclusive, que foi o próprio São Francisco de Assis que a fundou). A igreja está localizada no centro de Firenze, na Piazza Santa Croce.

Basílica de Santa Croce

domingo, 13 de janeiro de 2019

Passeio noturno em Florença

No nosso primeiro dia em Florença, fomos à Piazzale Michelangelo para apreciar a vista da cidade e visitamos as Gallerias Uffizi e della Accademia. Entre uma atração e outa, enquanto caminhávamos pelas ruas da cidade, fomos nos sentindo cada vez mais incomodados com a multidão de turistas. 

O fato das principais atrações se concentrarem muito próximas umas das outras dentro do centro histórico de Florença, certamente, contribui para uma grande concentração de visitantes nas  estreitas ruas da cidade. As principais praças ficam lotadas. As filas dos museus são assustadores. E tudo isso só se agrava durante o verão europeu.

E foi caminhando de um museu a outro que Técio teve a excelente ideia de deixar para conhecer alguns lugares à noite, na esperança de encontrarmos ruas menos lotadas. Assim, após a visita à Galleria della Accademia, resolvemos voltar ao nosso hotel para descansar um pouco e, assim, aproveitar melhor fazendo um passeio noturno pela cidade.

E a decisão não poderia ter sido melhor. Obviamente, a cidade não fica vazia à noite, mas cai bastante o número de turistas, já que não há mais as excursões promovidas pelas agências locais. Soma-se a isso o fato da temperatura ser muito mais agradável no período noturno durante o verão e a beleza da iluminação noturna da cidade, principalmente, nas margens do rio Arno.

Florença fica ainda mais encantadora à noite, especialmente às margens do Rio Arno, que reflete a bonita iluminação da cidade.

sábado, 5 de janeiro de 2019

Os museus de Florença: Galleria degli Uffizi e Galleria della Accademia

As palavras arte e Florença andam quase de mãos juntas de tão importante que a cidade italiana foi (e é) para a história da arte. Tendo albergado famosos artistas, como Michelangelo e Botticelli, não é de se estranhar que os museus da cidade estão entre as principais atividades turísticas da capital da Toscana.

E, embora sejam muitos os museus da cidade, dois se destacam por abrigar as principais obras de arte: a Galleria degli Uffizi e a Galleria della Academia. Esta última é famosa por expor aos visitantes uma das obras de arte mais famosas do mundo: o Davi de Michelangelo. No entanto, é um museu pequeno e que não vai tomar muito do seu tempo.

O Davi de Michelangelo, na Galleria della Accademia

Já a Galleria degli Uffizi é bem maior e com muito mais obras de arte expostas, sendo composta por várias salas com pinturas renascentistas de Botticelli, Rafael, Caravaggio, Ticiano, da Vinci, entre outros. Portanto, um maior tempo deverá ser dedicado a este museu.

No nosso caso, tivemos que conhecer os dois museus no domingo em que chegamos a Florença, uma vez que, às segundas, ambos estão fechados. Dividimos, assim, a nossa tarde entre os dois, dedicando muito mais tempo à Galleria degli Uffizi.

domingo, 30 de dezembro de 2018

Piazzale Michelangelo: a melhor vista de Florença

Um dos pontos turísticos que tem se tornado bastante popular entre os turistas que visitam Florença é a Piazzale Michelangelo, uma praça de frente para o rio Arno que funciona como um mirante com vista para a cidade.

Florença vista da Piazzale Michelangelo (a Ponte Vecchio se destaca sobre o rio Arno)


A praça se localiza no lado sul do Arno em uma das partes mais elevadas de Florença, o que contribui para a visão privilegiada que se tem de lá, especialmente, do centro da cidade, da imponente cúpula da catedral e das pontes que atravessam o Arno, destacando-se a bela Ponte Vecchio.

A cúpula da Catedral de Santa Maria del Fiori se destaca no centro de Florença

A imponente torre do Palazzo Vecchio também se destaca na vista panorâmica da cidade

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Cinco perguntas sobre Florença

Firenze (para os italianos) ou Florença (para nós, brasileiros) é não apenas a capital de uma das regiões italianas mais cobiçadas, a Toscana, como também o berço do renascimento e uma das cidades mais importantes do mundo para a história da arte.

Em cada esquina, em cada prédio histórico, em cada museu, Florença exala arte, transportando o turista para uma época em que Michelangelo poderia ser visto por suas ruas após um dia de trabalho esculpindo Davi ou em que Botticelli poderia ser surpreendido às margens do Arno, refletindo sobre as cores do Nascimento de Vênus.

Aliás, não tem como não se perguntar o que exatamente tem na água de Florença que atraiu tantos gênios da humanidade. Não apenas os pintores citados acima, mas também Dante Alighieri, que revolucionou a escrita, e Galileu Galilei, que mudou os rumos da ciência. 

Fazer turismo por Firenze é percorrer a memória deixada por todos estes grandes gênios.


A inspiradora Florença

Mas para quem quer conhecer a cidade, é preciso, antes, reunir algumas informações práticas que podem ajudá-lo no roteiro:

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

Uma rápida passagem por Siena

Capital da província de mesmo nome, Siena é um dos principais centros urbanos da Toscana, especialmente, pelo seu valor histórico e arquitetônico. No entanto, não havíamos colocado a cidade no nosso roteiro, uma vez que não teríamos tempo de conhecê-la com calma.

Entretanto, estávamos voltando do passeio pelo Val d´Orcia rumo ao nosso hotel em San Gimignano e, como passaríamos bem perto de Siena e ainda havia luz do sol (benefícios de se viajar para a Europa no verão), nos perguntamos: por que não fazer uma parada em Siena para jantar?

E, tomando a decisão rapidamente, resolvemos entrar na cidade. 

Chegando a Siena


Olhando o mapa, no sistema de navegação, encontramos um local para estacionar o carro em torno da praça Giardini la Lizza. O local tem parquímetro, mas como já era oito horas da noite, não foi preciso pagar.

Da praça, seguimos, então, para o centro histórico rumo a uma das mais famosas atrações turísticas de Siena, a Piazza del Campo. Fomos caminhando pela Via dei Montanini e, neste primeiro contato, já atingidos pela beleza da cidade, já nos sentíamos arrependidos de não ter incluído Siena no roteiro.