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domingo, 2 de junho de 2019

Vale à pena se hospedar no Queens durante sua viagem a Nova York?

Se você chegou até este post, é porque você deve estar assustado com o preço dos hotéis em Manhattan e resolveu procurar por opções mais baratas para se hospedar em Nova York. O problema é que a maior parte das atrações da cidade se encontra na ilha de Manhattan. É lá também onde você, provavelmente, vai querer estar na maioria das noites, seja assistindo a um musical da Broadway seja apenas desfrutando da noite novaiorquina.

Portanto, é claro que se hospedar na ilha seria a melhor opção. Mas os preços andam realmente impeditivos. Na nossa primeira viagem a Nova York, conseguimos nos hospedar em um hostel em Manhattan, com direito a quarto privativo. Mas desta última vez, em novembro de 2018, nos assustamos com o valor da diária (o triplo de 3 anos atrás). Logo percebemos que seria inviável se hospedar na ilha.

Pensamos, então, no Brooklyn. O bairro é o segundo mais procurado pelos turistas. Mas, talvez por isso mesmo, não esteja com os preços tão mais em conta assim. Foi aí que tivemos que considerar algumas outras opções e acabamos decidindo por um hotel no Queens.

Queens, às margens do Rio East

O Queens fica ao norte do Brooklyn e a leste de Manhattan, do qual é separado pelo Rio East. Claro que ficamos receosos. Mas não é que acabou valendo à pena!!

quarta-feira, 29 de maio de 2019

LX Factory, área pública de lazer em Lisboa

Se tem algo que nos encanta em algumas cidades desenvolvidas que vistamos é iniciativa de transformar áreas antes abandonadas em espaços públicos de convivência e lazer. É o reaproveitamento inteligente levando à revitalização urbanística de espaços aparentemente sem função. Já vimos isso em Nova York, Toronto e Tel Aviv, por exemplo.

E, em Lisboa, também tivemos o prazer de visitar uma área assim: a LX Factory. O que antes era uma área industrial abandonada no bairro de Âlcantara, transformou-se num complexo de bares, restaurantes, lojas e galerias de arte. Um espaço de convívio público que vale a visita.

LX Factory
Além de bons restaurantes, a LX Factory possui também uma livraria que causará entusiasmo em amantes da leitura: a Ler Devagar. O espaço manteve parte da estrutura e do maquinário da antiga fábrica ali localizada, o incorporando à decoração. O resultado é um bom exemplo de criatividade e bom gosto.

Como ir de Lisboa para Sintra

Se tem um bate-e-volta popular a partir de Lisboa, este é Sintra. Afinal, a cidade, além de estar cheia de atrações maravilhosas, ainda pode ser acessada facilmente a partir da capital portuguesa. São apenas cerca de 30 Km entre as duas cidades e a melhor forma de fazer o trajeto é de trem.

Sintra, Portugal

O tempo de trem entre Lisboa e Sintra varia de 40 a 50 minutos a depender da estação de partida. Afinal, Lisboa possui várias estações ferroviárias, sendo que há trem direto para Sintra partindo de cinco delas: Oriente, Roma-Areeiro, Rossio, Entrecampos e Sete Rios.

Infelizmente, não há trem direto a partir da estação Cais do Sodré, mas se você estiver hospedado no centro, poderá pegar o trem na central estação do Rossio.

terça-feira, 28 de maio de 2019

O que fazer em Sintra

Localizada a cerca de 30 Km de Lisboa, em uma região de serras, encontra-se a agradável cidade de Sintra, um dos bate-e-voltas mais populares entre os turistas que visitam a capital portuguesa. Otimizando bem o seu tempo, é possível visitar as principais atrações da cidade em um único dia.

Entre estas atrações, destacam-se três: a Quinta da Regaleira, o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros. A primeira fica próxima do centro e pode ser facilmente acessada a pé. Já as outras duas ficam no topo da Serra de Sintra, sendo necessário lançar mão de algum transporte público.

Aliás, a geografia de Sintra garante que o turista vai ter que subir e descer ladeiras pela cidade, o que, obviamente, pode dificultar um pouco a vida dos viajantes que gostam de bater perna. A boa notícia é que o centro histórico é pequeno.

Sintra
Não dirigimos pela cidade, mas não recomendamos. Pelo que percebemos, não é nada fácil estacionar por lá. E, considerando a facilidade em ir de trem de Lisboa para Sintra, não achamos que seja necessário se deslocar para lá de carro.

Outro aspecto que nos chamou a atenção em Sintra foi a enorme quantidade de turistas na cidade. Em torno do meio-dia, parecia haver mais visitantes do que espaço para albergar todos. Este alto fluxo de turistas, certamente, veio como consequência do aumento do investimento do país no turismo, refletindo o incremento do setor em Lisboa.

O problema é que Sintra não nos pareceu ainda complemente adaptada à grande concentração de turistas (pelo menos na época em que a visitamos). Pelo menos no que se refere ao transporte público.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Como é a visita ao Palácio de Queluz

Guardada as devidas proporções, o Palácio de Queluz é uma espécie de Versailles de Portugal, embora não possa ser comparado em grandiosidade. No entanto, corresponde a um belo monumento, com jardins agradáveis e salões deslumbrantes que valem a visita.

Especialmente, a visita dos brasileiros, com os quais o palácio divide um pouco da sua história. Afinal, era lá que residia a família real portuguesa antes se mudarem, fugidos, para o Brasil. Sendo assim, referências a figuras históricas como D. João VI, Maria I ("a louca") e Carlota Joaquina estão espalhadas pelo palácio.

O Palácio de Queluz, localizado a cerca de 14Km do centro de Lisboa

Construído, originalmente, como uma palácio de verão para a realeza, o Palácio de Queluz acabou sendo promovido à residência oficial após o catastrófico terremoto que destruiu Lisboa e o palácio real no centro da cidade. Por sorte, toda a família real sobreviveu, mudando-se para Queluz.

Sua permanência por lá, entretanto, não foi tão duradoura. Com a invasão de Portugal por Bonaparte, D. João VI se viu obrigado a fugir para o Brasil, marcando um fato histórico que veio a influenciar toda a história do Brasil e deixando para trás um palácio que não viu mais reis e rainhas em seus aposentos.

sábado, 25 de maio de 2019

Última tarde em Lisboa: Parque Eduardo VII e Mercado da Ribeira

Após nossa agradável visita ao Parque das Nações, era hora de aproveitarmos nossa última tarde em Lisboa para visitar alguns últimos pontos turísticos que ficaram de fora do nosso roteiro até então.

Para isso, nós pegamos a linha vermelha de metrô e seguimos até a última estação, a de São Sebastião. O objetivo de descer ali era conhecer outra atração de Lisboa fora do centro histórico e de Belém: o Parque Eduardo VII.

Parque Eduardo VII, em Lisboa

No caminho entre a estação e o parque, passamos pelo El Corte Inglês de Lisboa. Para quem não conhece, é uma famosa cadeia de lojas de departamento espanhola. No seu interior, há supermercado, restaurantes, cinema e, logicamente, muitas lojas. Boa opção para quem não dispensa um momento de compras durante uma viagem.

domingo, 19 de maio de 2019

Conhecendo o Parque das Nações em Lisboa

No final do século XX, como parte do processo de modernização de Lisboa para a Expo 98, foi desenvolvido, às margens do rio Tejo, o projeto urbanístico que gerou o Parque das Nações, área pública de integração com o meio ambiente, que modernizou e revitalizou esta antiga zona ribeirinha.

E, hoje, esta área corresponde a um importante polo turístico da capital portuguesa, oferecendo, ao visitante, uma Lisboa completamente diferente do seu centro histórico. Tudo em volta do Parque das Nações exala modernidade. Os prédios, pontes e praças investiram em uma arquitetura arrojada, mantendo inúmeras áreas arborizadas para a convivência mútua de moradores e turistas.

A parte moderna de Lisboa vista do Parque das Nações

Para se chegar ao Parque das Nações, é possível seguir de trem ou metro até a Estação do Oriente e, de lá, seguir caminhando por uma curta distância até o local. A linha de Sintra é uma das quais possuem comboios até esta estação. Se preferir o metrô, deve-se pegar a linha vermelha. Se estiver no centro, você poderá pegar a linha verde e seguir até a estação Alameda para fazer baldeação para a linha vermelha.