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sábado, 16 de dezembro de 2017

Como ir de Tel Aviv para Haifa

Já ouviu falar em Haifa, a terceira maior cidade de Israel?

Em geral, quando pensamos no país acabamos resumindo o mesmo a duas cidades: Jerusalém e Tel Aviv. No entanto, se pesquisarmos um poucos mais, descobriremos que Israel tem muito mais a oferecer ao turista. E, entre estas outras opções, temos a cidade de Haifa.

Localizada entre o Monte Carmelo e o Mar Mediterrâneo, Haifa é uma importante cidade portuária, que contribui bastante para a economia global do país. Possui uma população que se divide entre árabes e judeus (que, aparentemente, convivem em harmonia). E tem como característica geográfica o fato de se estender do nível do mar até o alto do Monte Carmelo, sendo, assim, composta por muitas e muitas ladeiras.

Haifa vista do alto do Monte Carmelo

Enquanto seu centro se localiza no nível mais baixo da cidade, à medida que subimos o monte, bairros residenciais cada mais mais ricos vão aparecendo. No topo do monte, o custo de vida mais abastado dos moradores daquela área, salta aos olhos.

Mas por que exatamente os turistas que visitam Israel iriam se interessar por Haifa? 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

O que fazer em Tel Aviv: conhecendo as praias da cidade israelense

Após o relato da nossa chegada a Tel Aviv e do nosso passeio por Old Jaffa, vamos dar continuidade, neste post, ao nosso roteiro pela cidade. Na verdade, apenas passamos por mais duas atrações, HaTahana e Neve Tzedek, e seguimos logo para o local que mais ocupou o nosso tempo em Tel Aviv: a orla e suas excelentes praias.

Por do sol na praia em Tel Aviv

HaTahana é uma antiga estação ferroviária da cidade que foi completamente revitalizada para servir como local público de lazer para os moradores de Tel Aviv. Mais um exemplo de como aproveitar espaços públicos de forma inteligente, típico de países desenvolvidos. Quem dera o Brasil fizesse o mesmo com seus espaços abandonados.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O que fazer em Tel Aviv: conhecendo Old Jaffa

Tel Aviv é a segunda maior cidade de Israel (perdendo apenas para Jerusalém) e, provavelmente, será o seu primeiro contato com o país, já que a grande maioria dos voos internacionais para Israel chegam pelo aeroporto da cidade. E, embora muitos turistas sigam direto para Jerusalém (a apenas cerca de 55 Km do aeroporto), recomendamos que você tire pelo menos um dia para explorar Tel Aviv.

Considerada o principal centro econômico do país, a cidade é bem diferente do estereótipo de Oriente Médio que temos em mente. Com seus prédios modernos e uma orla com praias populares às margens do Mediterrâneo, Tel Aviv emite um ar cosmopolita e progressista que foge de qualquer estigma tradicional.

E, se tem uma coisa que Tel Aviv não é, é tradicional. Muito pelo contrário, a cidade se orgulha de sua luta pela igualdade, figurando, atualmente, entre um dos locais que mais respeitam as diferenças no planeta. Não à toa, é considerada  a capital LGBT do Oriente Médio e atrai inúmeras famílias homossexuais que buscam um local para morar sem restrições ou preconceito.

Pelas ruas da cidade, é comum ver casais homossexuais andando livremente de mãos dadas ou levando seus filhos para passear. E tudo isso sem segregação. Héteros, gays, trans, todos convivem livremente. E, assim, Tel Aviv se apresenta como uma ilha de tolerância em meio a uma das regiões mais conservadoras do mundo.

Mas não apenas de modernidade vive a cidade litorânea. Na extremidade sul da sua orla, é possível visitar a antiga cidade portuária de Jaffa (ou Yaffa), com seus prédios históricos. Na verdade, Jaffa, com sua população predominantemente árabe, era tudo que existia ali até o início do século XX, quando Tel Aviv começou a ser construída pelos judeus. Com o tempo, a segunda cresceu tanto que acabou absorvendo Jaffa como um bairro seu, até que, em 1950, os dois municípios se fundiram em um só.

Jaffa vista da orla de Tel Aviv

Mas como foi exatamente que chegamos a Tel Aviv e o que fizemos por lá?

sábado, 9 de dezembro de 2017

O que o turista precisa saber sobre Israel

Quando começamos a contar às pessoas que iríamos viajar para Israel era comum sermos surpreendidos por olhos arregalados e frases do tipo "vocês são loucos?". Parecia até que estávamos contando que iríamos visitar uma zona de guerra, que iríamos arriscar nossas vidas no meio da batalha entre judeus e palestinos, correndo o risco de levar uma saraivada de balas ou de ser explodidos enquanto dormíamos.

Mas, se você também tem essa imagem do país, pode ficar tranquilo. Israel está sim em constante tensão bélica com seus vizinhos, não podemos negar, mas isto não significa que ele é um país perigoso para seus visitantes. 

Na verdade, as zonas mais instáveis, no momento, são a Faixa de Gaza e a Cisjordânia (veja no mapa abaixo), áreas de predominância palestina que não pertencem, oficialmente, ao Estado de Israel, mas que estão em constante conflito com o país. De quem é a razão, não cabe a nós determinar. Mas é, obviamente, prudente, manter-se longe destas áreas e aproveitar a tranquilidade (sim! Tranquilidade) em que vive o restante do país.

Afinal, em Tel Aviv, por exemplo, as pessoas vivem, normalmente, seus dias. Trabalham, estudam, passeiam em família, vão à praia. Em Jerusalém, inúmeros turistas, do mundo inteiro, invadem a cidade com o objetivo de conhecer a antiga cidade murada, sagrada para três grandes religiões do planeta. E todos entram e saem de forma segura, acreditem!

E, como cheguei à conclusão durante esta viagem: muito mais fácil levarmos um tiro durante um assalto em alguma grande cidade brasileira do que sermos bombardeados enquanto passeamos por Israel.

Tel Aviv, uma cidade moderna e segura, às margens do Mediterrâneo

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

As praias de Santorini: Perissa e Red Beach

Para nós, brasileiros, acostumados com as nossas praias de areia branca, é curioso imaginar a existência de praias de outras cores, concordam? Mas você sabia que existem faixas de areia de cor vermelha? E de cor preta? Já tinham ouvido falar? 

Pois elas existem e podem ser encontradas em Santorini. E nós não resistimos à curiosidade de conhecê-las e dedicamos a manhã do nosso último dia na ilha a visitar Red Beach, cujo nome já deixa claro a cor da sua areia, e Perissa Beach, praia famosa pela areia de cor preta. Vizinha a esta última, há outra praia de areias negras, Kamari Beach, mas não vimos muito sentido em visitar as duas.

Red Beach
E se você está se perguntando o motivo dessas cores atípicas, lembre-se de que Santorini foi fruto de uma enorme erupção vulcânica, de modo que seus componentes geológicos tem influência direta desta atividade vulcânica ainda ativa na ilha.

domingo, 26 de novembro de 2017

Passeio de barco pela caldeira de Santorini

Se você já leu nosso post em que demos dicas sobre Santorini, já deve saber que a ilha atual foi originada a partir de uma das maiores erupções vulcânicas da história, formando, entre outras coisas, a incrível caldeira que atrai a atenção de todos os turistas que chegam a Santorini. 

A boa notícia é que a caldeira não está ali apenas para ser admirada do alto do penhasco, mas também para ser navegada. E, diariamente, inúmeros passeios de barcos deixam o porto de Fira, levando os visitantes para navegar pelas águas do Mar Egeu que preenchem a caldeira.

Há inúmeros tipos de passeios, cabendo em todos os bolsos, desde os mais simples operados por escunas até os mais exclusivos em barcos de luxo. Desta forma, os preços variam bastante indo de 20 euros por pessoa até valores acima de 100 euros.

Passeando de barco pela caldeira de Santorini

Mas antes de dar mais detalhes sobre os diferentes tipos de passeios de barco, vamos explicar como chegar ao Old Port, localizado em Fira e de onde partem a maior parte dos barcos que fazem a navegação pela caldeira.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Conhecendo as vilas de Santorini: Fira, Imerovigli e Oia

Um dos mais deliciosos programas para se fazer em Santorini é explorar e se perder pelas ruas das vilas da ilha que foram construídas no penhasco de frente para a caldeira: Fira (a capital), Imerovigli e Oia (a mais popular). Já expliquei as diferenças básicas entre elas em outra postagem. Aqui, irei me deter na experiência que vivemos em cada uma delas.

Caso você já tenha visto alguma foto de Santorini, certamente, passou a sonhar em conhecer de perto aquelas casinhas típicas construídas na encosta do penhasco, intercalas por igrejas ortodoxas gregas de teto azul e moinhos de vento antigos. Pois realizar este sonho é plenamente possível quando você se permite caminhar por uma das três vilas citadas.

Oia, a vila mais popular de Santorini

Como queríamos aproveitar da forma mais tranquila possível a ilha, não montei um roteiro prévio que engessasse o nosso tempo. No entanto, já sabia de antemão que, sem dúvida, iria querer passear pelas vilas, especialmente por Oia, considerada a mais bonita por vários turistas (embora tenhamos, particularmente, achado as três imperdíveis). Sendo assim, fomos e voltamos mais de uma vez para Oia e, como estávamos hospedados em Fira, acabamos explorando-a mais de uma vez.