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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Como atravessar a fronteira entre Israel e Jordânia

Se você está visitando Israel é, praticamente, irresistível a tentação de atravessar a fronteira do país com a Jordânia para visitar Petra. Afinal, esta que é uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno estará ali bem próximo de você.

Quem está visitando Israel pode não resistir e resolver dar um pulo na Jordânia, ao lado, para conhecer a incrível Petra

No entanto, devido aos constantes relatos da relação instável entre o Estado de Israel e o mundo árabe, o turista pode acabar acreditando que o país judeu e a sua vizinha Jordânia não mantêm boas relações diplomáticas, impedindo, assim, o trânsito entre os dois países por via terrestre. Na verdade, não é bem assim.

A relação entre os dois países é, no momento, pacífica e a passagem terrestre entre eles é aberta em três diferentes postos de fronteiras:

1. Jordan River: o posto mais ao norte dos três. É o mais distante dos pontos de interesse em ambos os países (especialmente de Petra).

2. Allenby: é o posto mais próximo das cidades de Jerusalém e de Amã, a capital jordaniana. Fica a cerca de 3:30h de carro de Petra.

3. Yitzhak Rabin: o mais ao sul de todos, localiza-se a apenas 3Km da cidade de Eilat, popular entre os israelenses devido suas praias e atividades de mergulho no Mar Vermelho. Fica a 2h de carro de Petra.

Embora tenhamos a informação, no site oficial das fronteiras terrestres de Israel, de que as três acima são abertas ao turista estrangeiro, encontrei apenas relatos de viajantes que haviam feito a travessia pela última delas, em Eilat. Considerada a mais tranquila de todas, ela permite, inclusive, a passagem dos próprios israelenses (em Allenby, por exemplo, eles não podem atravessar).

Portanto, Yitzhak Rabin acabou sendo a nossa escolha, o que motivou a nossa ida de ônibus para Eilat a partir de Jerusalém.

Abaixo, contarei passo a passo como foi a nossa travessia tanto de Israel para Jordânia quanto no sentido inverso.

Indo de Israel para a Jordânia


01. Descemos do ônibus vindo de Jerusalém no Terminal Rodoviário de Eilat e, prontamente, pegamos um táxi até a fronteira, tendo nos custado cerca de NIS 30,00. Antes de entrar propriamente em Eilat, há uma parada que fica mais próxima de Yitzhak Rabin, mas não vimos táxi nela e a caminhada até a fronteira, embaixo do sol do deserto, não é curta (vimos um passageiro que descera do ônibus nesta parada indo a pé quando passamos de táxi). Se você estiver com carro alugado, há estacionamento na fronteira onde o veículo poderá ficar aguardando até o seu retorno da Jordânia (você não pode atravessar com o carro).

Yitzhak Rabin, o posto de fronteira em Eilat

02. Uma vez na fronteira, basta seguir ao posto de imigração, onde você será instruído a pagar a taxa de saída do país em um local específico para, só então, ter sua travessia liberada. A taxa nos custou NIS 100,00 (neste início de 2018 houve um reajuste para NIS 101,00) e só pôde ser paga em dinheiro. Então, chegue à fronteira com o dinheiro em mãos já que o pagamento com cartão de crédito não será possível (há casa de câmbio no local tanto do lado israelense quanto do jordaniano).

Informação importante: o posto de imigração em Eilat funciona das 6:30 às 20h de domingo à quinta e das 8h às 20h nas sextas e sábados.

03. Uma vez com a taxa paga, você recebe uma espécie de ticket de saída que deve ser guardado com você para ser apresentado no retorno (Israel não carimba os passaportes dos turistas, substituindo o carimbo por este ticket).

04. E, assim, sem maiores burocracias, estamos livres para sair de Israel. A travessia é feita caminhando por uma espécie de "terra de ninguém". O inconveniente era a bagagem que tínhamos que carregar e o sol quente que nos castigava (não esqueça o protetor solar). Sorte que o caminho é curto.

E lá fomos nós em direção ao posto jordaniano


Puxando nossa mala pela "terra de ninguém"


05. Acessamos, então, o posto jordaniano do outro lado, onde devemos passar pelos trâmites comuns a qualquer imigração. Primeiro, passamos nossa bagagem pela esteira de Rx. Depois, mostramos nosso passaporte e recebemos um formulário para preencher, que deve ser mantido conosco durante nossa estadia no país para ser apresentado na saída. A funcionária da imigração era extremamente simpática e nos explicou sobre as taxas que deveríamos pagar no retorno (na entrada não se paga nada), cujo valor iria variar de acordo com alguns critérios:

  • Na saída da Jordânia pela fronteira terrestre, uma taxa de JOD 10,00 (10 jordanianos) será cobrada, exceto se o turista tiver passado no mínimo três noites no país.
  • Caso o turista não passe, no mínimo, duas noites na Jordânia, será cobrada também uma taxa de JOD 60,00 na saída (além dos JOD 10,00 descritos acima).
  • Caso o turista visite Petra, a taxa de JOD 60,00 informada acima será reduzida para JOD 40,00.
  • Para o desconto acima ser aplicado, será preciso comprovar, na fronteira, a visita a Petra. Para isso, o turista deverá mostrar o ingresso do sítio arqueológico, além de solicitar, na bilheteria de Petra, que o formulário de entrada no país seja carimbado.
  • Todas as taxas devem ser pagas em dinheiro. A fronteira não aceita cartão de crédito.
Sendo assim, se você passar pelo menos 3 noites no país, independente de visitar ou não Petra, você não pagará taxa nenhum. Se passar duas noites, pagará apenas JOD 10,00. Uma forma óbvia de estimular o turismo na Jordânia. 

No nosso caso, ficamos apenas uma noite, o que, automaticamente, nos obrigava a pagar as duas taxas, a de JOD 10,00 e a de JOD 60,00. Mas, como visitamos Petra, esta última foi reduzida para JOD 40,00 e, assim, pagamos, no total, JOD 50,00.

06. Após os procedimentos de imigração, podemos aproveitar para trocar a moeda na casa de câmbio presente na própria fronteira (aconselho que você faça o câmbio logo aqui). O funcionário do local foi super simpático quando soube que éramos brasileiros e disse, inclusive, que, como o Brasil era amigo, eu nem precisava mostrar passaporte para fazer o câmbio.

07. Do lado de fora do posto da fronteira, há taxi. Então, bastou pegar um para nos levar ao centro de Aqaba, cidade jordaniana que fica bem próxima da fronteira (a cidade é vizinha a Eilat). Nós havíamos alugado um carro pela Avis, já que, segundo havia lido na internet, a locadora vai pegar o cliente na fronteira de graça, assim como o deixa na volta. No entanto, como chegamos uma hora mais cedo do que havíamos especificado, não temos como afirmar se eles teriam ido mesmo nos buscar (sinceramente, acredito que não).

Descemos do táxi exatamente na agência de veículos (a corrida nos custou cerca de JOD 10,00), pegamos nosso carro e partimos diretamente para Petra.

Chegando a Aqaba após a travessia da fronteira de Israel com a Jordânia

Indo da Jordânia para Israel

Embora nossa passagem de Israel para a Jordânia tenha sido super tranquila, o mesmo não podemos dizer da travessia inversa no dia seguinte. Vamos enumerar o passo a passo e explicar exatamente o que houve:

01. Após deixar o carro na locadora em Aqaba, solicitamos o serviço de transfer até a fronteira. Acreditávamos que seria de graça, como havíamos lido, mas fomos cobrados (não lembro agora se em JOD 10,00 ou JOD 20,00). De qualquer modo, foi a forma mais prática de ir logo para o posto de travessia.

02. Chegando no posto jordaniano, primeiro passamos com nossa bagagem na esteira do Rx. E, nesse momento, demos de cara com o primeiro jordaniano antipático. Com cara de poucos amigos, ele viu algo na minha mala que o desagradou e pediu para abri-la. Enquanto a remexia com a fisionomia carrancuda, não encontrava o que queria, mas também não me explicava o que procurava. Eu estava super tranquilo, já que sabia que não havia nada demais ali.

No final, ele se impacientou e me mostrou, na TV, a imagem que ele procurava: a miniatura de um menorá (aquele candelabro judeu) que eu havia comprado de souvenir. Eu apenas falei: "Ahhh!! Você está procurando meu souvenir de Jerusalém". Peguei-o na mala e o mostrei. Ele apenas olhou de cara feia, disse OK e nos mandou embora. Ou seja, só faltou dizer: "Não gosto de símbolos judeus e resolvi encher o saco de vocês!"

Sinceramente, nem liguei. Assim como compramos souvenirs árabes (com os quais a imigração de Israel nem se importou) também compramos souvenirs judeus. Direito nosso!

02. No posto da imigração, reencontramos a mesma funcionária simpática do dia anterior. Mostramos o ingresso de Petra, devolvemos o formulário de entrada, pagamos a taxa, cujo valor expliquei acima, e fomos prontamente liberados da Jordânia.

03. Atravessamos novamente a "terra de ninguém" agora rumo ao posto israelense. Mais uma vez suando debaixo do calor desértico do local e puxando nossas malas. Resultado: chegamos ao posto de imigração ofegantes. E foi aí que veio o problema.

04. Ao entrar na fila para passar nossa bagagem pela esteira de Rx israelense, uma funcionária checou antes nossos passaportes e perguntou o que havíamos ido fazer na Jordânia. Técio explicou, mas, como ele estava ofegante, a funcionária achou que, na verdade, ele estava nervoso. Foi aí que ela chamou outro oficial que, acompanhado por uma espécie de segurança, recolheu nossos celulares e nos separou, me deixando sentado e levando Técio para uma série de perguntas.

E aí perguntou tudo que podia: como nos conhecíamos, quais as nossas profissões, porque fomos para Israel, se havíamos passado pelo país antes de ir para Jordânia, o que havíamos conhecido, qual o nome das atrações, qual foi exatamente o nosso roteiro e por aí vai. Tudo para tentar confirmar se estávamos mesmo dizendo a verdade. Perguntaram até se estávamos em posse de arma.

Técio ficou muito nervoso e angustiado com a situação, com medo de barrarem a nossa entrada. Eu confesso que estava tranquilo. Não havíamos feito nada errado e não contamos nenhuma mentira. Tinha, inclusive, milhares de fotos dos nossos passeios por Israel no celular. Prova não faltava. E eu já sabia que o sistema de segurança em Israel é muito rigoroso. É uma necessidade para o país.

Mas eles se convenceram com as respostas de Técio e dispensaram fazer o mesmo comigo. Recebemos nossos celulares de volta e retornamos à fila. Mas resolveram vasculhar toda a mala de Técio. Tiraram quase tudo de dentro e deu um trabalhão reorganizar tudo depois.

05. Saímos, então, da área da vistoria das malas já achando que estávamos livres. Mas há uma outra fila que temos que pegar para, agora sim, passar pela entrevista rotineira da imigração. Ou seja, tivemos que passar por isto duas vezes. Mas desta vez foi bem rápida e tranquila. Recebemos um novo ticket de entrada no país e deixamos o posto da fronteira.

06. Do lado de fora, havia táxi que, prontamente, pegamos rumo ao nosso hostel em Eilat. E, se você quiser saber um pouco sobre esta que é a cidade mais ao sul de Israel, às margens do Mar Vermelho, contamos tudo no post "O que fazer em Eilat".

Eilat, a cidade israelense de onde os turistas costumam atravessar a fronteira para a Jordânia

Como foi possível perceber pelo relato, não há nenhum mistério na travessia entre os dois países. E a nossa experiência teria sido 100% tranquila se a oficial da imigração não tivesse confundido cansaço com nervosismo. Pelo menos fica a dica para você não ofegar na imigração israelense.

De qualquer modo, se você quiser mais tranquilidade na hora da travessia, pode contratar algum passeio turístico que sai de Eilat para visitar Petra. As agências na cidade oferecem o passeio. Obviamente, você, provavelmente, gastará mais e ainda ficará preso à conveniência da agência.




OBS:
1. Os preços indicados neste post correspondem aqueles em vigência na época da viagem. Recomendo pesquisar novamente os valores das atrações na época da sua viagem.

2. Este post não recebeu nenhum tipo de patrocínio

24 comentários:

  1. Muito legal este relato. Obrigado! Vai me ajudar bastante, pois estou indo para Israel e Jordânia em maio deste ano. Li que o posto de imigração em Eilat funciona das 6:30 às 20h de segunda à quinta e das 8h às 20h nas sextas e sábados. E aos domingos? O posto para atravessar de Israel para a Jordânia não é aberto?

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    1. Oi Carlos! Na verdade, aos domingos, funciona também das 6:30 às 20h. Seu comentário acabou me servindo de alerta para o erro de digitação no texto. Já corrigi! Valeu :) Aproveita bastante a sua viagem. Sem dúvidas, será incrível. Foi uma experiência que guardaremos para sempre na nossa memória!!

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  2. Valeu Erik! Estou lendo sobre Jerusalém também. Muito boa a maneira que vocês escrevem sobre esta viagem, com todos os detalhes. Um dos melhores relatos de viagem sobre Israel e Jordânia que já li até agora (e olha que já li bastante coisa). Obrigado!

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    1. Fico feliz com este retorno e em poder ajudar! :)

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  3. Estou indo daqui um mês para Petra, esses posts estão me ajudando, muito.

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  4. Olá! Sobre o visto: eles continuam emitindo o visto na fronteira, durante os trâmites de imigração?

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  5. Olá! Eu também gostaria de saber se eles continuam emitindo o visto para a Jordânia na própria fronteira ... Li que, a partir de 2016, os vistos para a Jordânia não eram mais emitidos nas fronteiras (só no aeroporto de Amã) e que os turistas deveriam providenciar o visto no país de origem antes de ir. Pelo que eu vi, vocês foram recentemente. Fica a dúvida! Será que vale a pena ir sem visto e arriscar obter na fronteira mesmo?

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  6. vocÊs não fazem idéia de como esse post veio em ótima hora! Vou para Israel, mas estou com hotel reservado todo em Tel Aviv quero muito aproveitar pra ir a Petra... acha que é tranquilo mulher sozinha ?

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    1. Oi Nicole! Achei tranquilo sim! Na Jordânia, assim como em outros países árabes, o cuidado que a mulher precisa ter é não usar roupas com decotes ou saias muito curtas. Fora isso, você fará a viagem como qualquer outra! No entanto, se estiver receosa, pode contratar o serviço de alguma agência que parte de Eilat rumo a Petra!

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  7. Caramba! Que situação! Tenho ideia como vcs se sentiram quando foram parados pela imigração. Isso já me aconteceu na Indonésia, por causa de uma pacotinho de café que eu levava na mala, acredita? Foi bem constrangedor!
    Sobre quantos dias ficar na Jordânia, pq não ficaram mais tempo? Pelo meno, os 3 dias para que fossem isentos das taxas.. Não há mais nada para conhecer no país, além de Petra?
    Estou curiosa pq tenho vontade de fazer a viagem que fizeram. :-)

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    1. Até hoje me sinto frustrado por ter passado tão pouco tempo no país. Mas só fui descobrir que valia à pena passar mais dias quando já estava com o roteiro todo pronto e com tudo reservado. Mas, além de Petra e da própria capital do país (Amã), há também o Wadi Rum, o deserto vermelho da Jordânia, que fica exatamente no trajeto entre Aqaba e Petra, sendo perfeitamente possível incluí-lo no roteiro. Além disso, vc pode tb aproveitar as praias de Aqaba (embora a experiência não deva ser muito diferente de Eilat) e visitar o Mar Morto na sua margem que fica na Jordânia (caso já não faça esta visita em Israel).

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  8. UAU! Que post mais legal! Muito completo e didático, vou guardar ele aqui comigo, pois conhecer Petra é um objetivo antigo meu e seu post vai ajudar demais ;-)

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  9. Ta aí uma curiosidade que ninguém me respondia ou sabia dizer, seu post veio a calhar, diquinhas preciosas e informações completas. Achei demais a foto de você, a mala e a estrada, kkkk hauahua ( pela terra de ninguém), post favoritado!

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  10. Gabriela Rodrigues Cardoso28 de março de 2018 11:19

    Eu ia ficar morrendo de medo com tantas perguntas assim, o que no caso é pior porque quanto mais vc fica com medo mais eles desconfiam né? Hoje se vocês voltassem ficariam os 3 dias na Jordânia?

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    1. Sim! Com certeza, me programaria para ficar 3 dias por lá!! Motivo para voltar!! rsrsrs

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  11. olha... eu já tinha receio de ir para este lugar, imagine agora...hahhaha.. nem pagando.. hoje eu não tenho essa coragem.. talvez mais velha numa excursão de igreja..kkkkk,.. sério... eu fiquei tensa de acompanhar sua volta... que medo... claro que eu ficaria ofegante tb... suando e nervosa.. óbvio... ainda bem que nada de grave aconteceu com vcs :).. fico feliz.

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    1. Não deixe de ir!!!! Vejo o ocorrido como uma prova de como Israel é segura. Não estávamos escondendo nada e, portanto, não tinha como nada acontecer com a gente. Foi apenas excesso de precaução que eles, realmente, têm que ter! Espero que vc reconsidere e planeje uma viagem para lá! Vale à pena! :)

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  12. Ter a possibilidade de ir conhecer Petra deve realmente tentador. Eu jurava que a "relação" entre os dois países não era nada fáceis e confesso que teria receio de fazer a travessia, mas com seu relato a história é outra.. e o receio ficou no Brasil.
    Curiosidade: E como faz para entender as placas?
    Post Muito bom, acho importante desmistificar esses receios que criamos de determinados lugares.

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  13. Muito importante esse post! obrigada por compartilhar essa experiencia, principalmente os perrengues... eu imagino que ficaria mto apreensiva se acontecesse comigo...
    mas me fala uma coisa, lá se entende ingles tranquilamente? e qto é a cotação da moeda em reais?

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  14. Muito interessante! É um post extremamente útil para ser compartilhado. Tenho um amigo que pretende fazer essa viagem logo logo e já vou compartilhar com ele. Muito obrigada pelas dicas!

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  15. Ótimo relato, super detalhado e explicativo. Uma pena esse clima de tensão nessa fronteira, mas, como você disse, é precaução do país, né? Ainda bem que deu tudo certo. Certeza vou andar pior que tartaruga para não chegar ofegante em Israel, kkkk.

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  16. Estou indo para Israel esta semana 26/04/18 e queria conhecer Petra também, mas estou insegura com a travessia da fronteira e como irei de Tel aviv para Eilat. DE trem ou ônibus? Por Favor me dê mais dicas.

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    1. Oi Tânia! Vc pode ir de Tel Aviv para Eilat de ônibus (há saídas diariamente). Não há trem ligando as duas cidades, já que a via ferroviária de Israel é limitada e não vai até o sul do país. Se vc está insegura com a fronteira, pode contratar o serviço de alguma agência em Eilat que leva vc até Petra. Qualquer outra dúvida, é só perguntar! E vc vai amar Israel!! :)

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  17. Este comentário foi removido pelo autor.

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