Chegamos a Doha no início de uma noite de fevereiro vindos de Cape Town em um voo da Qatar Airways. Logo no desembarque, nos chamou a atenção o fato de sermos, juntos com outras duas pessoas, os únicos passageiros a não seguir para a área de conexão, reforçando o fato de que aquele aeroporto tem mesmo um importante papel de hub na região. Sorte a nossa que pegamos uma fila minúscula na imigração e não tivemos que disputar os pontos turísticos com centenas de outros turistas.
Do aeroporto, seguimos direto para o nosso hotel de táxi, que já abocanhou grande parte do dinheiro que havíamos trocado. Até hoje não me conformo com o absurdo do valor que deu aquela corrida!! Ainda bem que descobri no dia seguinte que o taxímetro para transitar pela cidade parte de um valor bem mais baixo do que o dos táxis que saem do aeroporto. Mas conto tudo sobre o transporte na cidade e tiro outras dúvidas, como a moeda local e a imigração, em um post específico sobre dicas gerais de Doha.
Ainda era cedo da noite, mas estávamos bem cansados e preferimos já ir dormir. Até porque o quarto era maravilhoso e a cama, super confortável, exerceu um efeito quase magnético sobre nós. Foi um sono merecido e, no dia seguinte, já estávamos dispostos para explorar tudo que pudéssemos na capital do Catar.
O Museu de Arte Islâmica (MIA) e o MIA park
Aproveitando o Wifi do hotel, solicitamos um Uber e, logo estávamos seguindo para o nosso primeiro destino: o Museu de Arte Islâmica, um dos principais pontos turísticos da cidade. No caminho, a luz do dia confirmava o que já havíamos percebido na noite anterior: Doha é uma cidade moderna, limpa e organizada. Ao mesmo tempo, chamava a atenção as inúmeras obras espalhadas pela cidade, com o objetivo de deixar tudo pronto para receber a Copa do Mundo de Futebol de 2022.
Museu de Arte Islâmica |