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domingo, 16 de julho de 2017

O que fazer em Knysna, na África do Sul?

Como já relatamos no post sobre a Garden Route, nós escolhemos a cidade de Knysna para ficarmos hospedados na região, enquanto conhecíamos as atrações dos arredores, como o Tsitsikamma National Park (que ganhou um post só para si), além de conhecer algumas atrações da própria cidade.

A cidade, na verdade, é pequena, contando com pouco mais de 75 mil habitantes, e sua principal característica geográfica é o Lago Knysna em torno do qual a cidade está disposta. O lago, por sua vez, comunica-se com o Oceano Índico através de duas formações rochosas, conhecidas como as Heads de Knysna. São elas, a principal atração turística da cidade em si, valendo muito à pena visitar o topo da head ao leste (a East Head), de onde se tem uma excelente vista da cidade e do mar.

O lago de Knysna visto do topo da East Head. 


Do ponto de vista gastronômico, Knysna é famosa por suas ostras e conta com um grande festival anual conhecido como Knysna Oyster Festival, que costuma ocorrer entre junho e julho, levando inúmeros turistas à região.

As Heads de Knysna: East Head (com mais construções na sua extremidade) e a West Head (mais deserta). Entre as duas heads, está o estreito que liga o lado da cidade (não visto a partir do ângulo desta foto) ao Oceano Índico


Como chegar a Knysna


A cidade, na verdade, é cortada pela rodovia N2, localizando-se exatamente no trecho em que a mesma é conhecida como Garden Route. Portanto, é facilmente acessada de carro, esteja você vindo do oeste ou do leste do país. Nós estávamos de carro alugado desde Cape Town e seguimos pela N2 até chegar em Knysna. Este trajeto de carro leva pouco mais de 5 horas, mas nós nos organizamos para ir parando no caminho, fazendo um desvio da rodovia, para dormir em Hermanus na primeira noite, e parando em um game reserve para fazer um pequeno safári, na segunda.

Para quem não quiser alugar um carro, há também a opção de seguir de ônibus até a cidade. Saindo de Cape Town, são cerca de 8 horas de viagem. O ônibus, na verdade, faz a rota Cape Town - Durban (atravessando o país de oeste a leste) e vai parando em várias cidades pelo caminho, incluindo várias que pertencem a Garden Route. Deixo o link da empresa de ônibus com as cidades inclusas e os horários em que parte de cada uma delas.

Outra opção, é ir de avião, claro. Knysna, na verdade, não tem aeroporto, mas as duas cidades entre as quais ela está localizada o possuem: George, a cerca de 1 hora de Knysna, e Plettenberg Bay, a cerca de 30 minutos.

Onde se hospedar em Knysna


Como falei antes, a cidade é pequena e, se você estiver de carro, não vai fazer muita diferença o local em que ficar hospedado. Os melhores locais, no entanto, são próximos ao Waterfront de Knysna (o complexo de lojas e restaurantes às margens do lago da cidade). Mesmo ficando mais afastado desta localização, o mais recomendado é ficar o mais próximo possível da rodovia N2, já que, provavelmente, você irá querer visitar as atrações que vão compondo a Garden Route.

No entanto, se você não dispensa um hotel com vista para o que a cidade tem de mais bonito, uma opção seria ficar hospedado na East Head. Mas acredito que só vale à pena se o quarto tiver, realmente, uma vista privilegiada, já que subir e descer a colina por suas ruas sinuosas nos pareceu um pouco desagradável.

Nós escolhemos uma guest house, o Knysna Herons Guest House, para ficarmos hospedados, um pouco mais afastada do Waterfront, mas bem próximo da saída para a N2, e gostamos muito. Quarto bom e limpo, excelente café da manhã, WiFi funcionando muito bem. Recomendamos.

A Knysna Herons Guest House


O que fazer em Knysna


Esta foi uma das minhas maiores dúvidas quando montei o meu roteiro, já que encontrei pouca informação na internet sobre as atrações da cidade e dos seus arredores. Portanto, procurarei detalhar aqui as que visitei para ajudar aqueles que pretendem também conhecer a cidade.

Em resumo, podemos elencar as principais atrações da seguinte forma:

1. Knysna Waterfront Quays - complexo de lojas e restaurantes semelhante ao Waterfront de Cape Town, embora bem menor do que este. Localiza-se em um cais às margens do Lago de Knysna, de modo que não poderia deixar de oferecer passeios de barco pelo lago. Não os fizemos, mas deixo aqui o link com as opções que incluem de catamarãs até iates.

2. Heads de Knysna - já expliquei, acima, o que são as heads. A East Head tem maior estrutura, com mais casas residenciais e hotéis do que a West Head, contando também com mirantes para os turistas apreciarem as vistas do seu topo. Mais detalhes abaixo.

3. Santuários da vida selvagem - estas atrações localizam-se um pouco mais afastadas do centro da cidade e deve-se pegar a rodovia N2 para acessá-las, indo em direção a Plettenberg Bay. Entre as opções, destacamos: o Knysna Elephant Park, o Tenikwa Wildlife Centre (com foco em felinos), o Birds of Eden e o Monkeyland Primate Sanctuary. Destes, visitamos apenas os dois primeiros e foram experiências incríveis. Mais detalhes abaixo.

4. Vinícolas - quem não dispensa a degustação de vinhos quando viaja (não é o nosso caso), também terá esta oportunidade ao visitar Knysna. Pegando a rodovia N2, você terá acesso a Redford Road, estrada que te leva a vinícolas, como a Newtead Vineyards, entre outras (as vinícolas, na verdade, pertencem ao distrito de Plettenberg Bay, mas estão tão próximas de Knysna que podem ser visitadas como atrações da cidade).

5. Arredores - você pode tirar um dia para explorar outras cidades localizadas próximas a Knysna, como Plettenberg Bay e Wilderness (infelizmente não tivemos tempo e ficamos apenas com a vontade de conhecê-las) ou para visitar o Tsitsikamma National Park (que visitamos e adoramos).

Almoçando e jantando no Knysna Waterfront Quays

Compras e comida são os grandes atrativos do Waterfront da cidade (além da navegação pelo lago). Como não tínhamos o menor interesse em comprar nada (exceto souvenirs, claro), o waterfront acabou sendo o nosso refúgio para refeições na cidade.

Chegamos em Knysna, vindo da game reserve que havíamos visitado ao longo da N2, na hora do almoço e, assim, seguimos para o Waterfront, antes mesmo de fazer o check-in na nossa hospedagem.

Para quem conheceu o Waterfront de Cape Town, bem maior e com muito mais estrutura e atividades do que o de Knysna, pode se decepcionar um pouco aqui. 

Felizmente, há um estacionamento no local. Embora pequeno e lotado, tivemos a sorte de conseguir uma vaga. Primeiro, percorremos um corredor de lojas, acessando, posteriormente, a área que concentra a maioria dos restaurantes, alguns localizados no térreo e outros, com uma vista mais privilegiada para o lago, no primeiro andar.

O Knysna Waterfront Quays











Antes de almoçar, percorremos um pouco a área aberta de frente para o lago, para apreciar a paisagem. Pena que o dia estava bem nublado, embora sem chuva.


















As heads e o lago vistos do Waterfront







Após o almoço (comemos uma massa no Caffe Mario, mas não recomendamos), seguimos para o nosso guest house, deixamos a nossa bagagem e retornamos à estrada para seguir até o Tsitsikamma National Park, visita que já detalhamos em outra postagem. Na volta, retornamos ao Waterfront para jantar. Escolhemos o Spur, que é uma espécie de Outback da África do Sul. Havíamos lido boas recomendações da rede de restaurantes, mas confesso que não achamos nada demais. Para quem gosta de frutos do mar (lembrem-se que ostras são a especialidade da cidade), tem-se restaurantes como o Ocean Basket e O Pescador.

Para maios informações sobre as lojas e restaurantes encontrados no local, deixo aqui o link da atração.

Como é a visita ao Knysna Elephant Park

O Knysna Elephant Park é um santuário de elefantes que tem como objetivo principal resgatar e cuidar daqueles animais que foram encontrados doentes, órfãos ou em situações de perigo ou cativeiro. Muitos, por não conseguirem mais se reintegrar à vida selvagem, acabaram se tornando residentes do local e o contato dos visitantes com os mesmos é permitido e incentivado com o objetivo de manter o local funcionando.

Obviamente, sempre que temos a oportunidade de conhecer lugares assim, é importante procurarmos saber se, de alguma alguma forma, os animais são explorados, pois devemos evitar contribuir com qualquer forma de exploração animal. Pelo que percebemos e entendemos isto não acontece nestas reservas pela África do Sul. Muito pelo contrário: o grande objetivo das mesmas é cuidar, reabilitar e reintegrar estes animais.

O local fica a cerca de 20 minutos de carro de Knysna, pegando-se a rodovia N2 com direção a Plettenberg Bay. Indo neste sentido, o acesso ao santuário fica à sua esquerda. Mas uma placa indicará o local exato de entrada.

Mapa mostrando o acesso ao Knysna Elephant Park a partir da rodovia N2, vindo da cidade de Knysna

O local tem estacionamento disponível e funciona das 8:30 às 16h no verão e das 9 às 16h no inverno, saindo um tour a cada 30 minutos. Chegando ao local, você deve ir direto à bilheteria e, após a compra do ingresso, você esperará em uma sala que contém diversas informações sobre os elefantes, enquanto aguarda o guia chegar para te levar no próximo tour. 

O tour custa 275 rands por pessoa. Mas, se você quiser alimentar os animais, terá que comprar um balde com frutas e legumes por mais 45 rands (compramos um balde único para nós dois). Há, no entanto, outras opções de passeios e experiências com os animais, com preços e horários distintos. Mostro as opções na foto abaixo.


Para maiores informações, segue o link do website da atração.

Uma vez com o tour e o balde comprados, ficamos aguardando na sala de espera, enquanto líamos diversas informações sobre os elefantes, descobrindo, inclusive, sobre a incrível inteligência destes animais.

Pois é!! Os elefantes só perdem mesmo para os golfinhos em inteligência.

A sala de espera


Nossa espera foi, no entanto, curta, e logo o guia chegou para levar o grupo que aguardava. Fomos colocados em uma espécie de trenzinho e levados para o local em que encontraríamos os elefantes.

Seguindo ao encontro dos elefantes


Olha um lá longe


Assim que chegamos ao local e descemos do trenzinho, já vimos os elefantes vindo ao nosso encontro. Na verdade, eles entendem que sempre que um trenzinho chega, trás junto um monte de visitante com baldes repletos de comida. E eles seguem, na hora, ao nosso encontro., já se dispondo no local exato para receber os alimentos.

Já se organizando para comer


E esticando a tromba para pegar a comida


Pense na emoção





Tem que deixar o balde atrás senão eles o pegam

Queremos mais!!







Foi emocionante alimentá-los. Eles ficam bem ansiosos esperando que a gente pegue a próxima fruta no balde e estendem a sua tromba em direção à nossa mão aberta. Obviamente, a ponta da sua tromba, suja de lama (eles costumam beber água no pequeno lago ali perto após a refeição) deixa as nossas mãos imundas. Mas quem liga para isso enquanto tem a oportunidade de dar comida a estes incríveis mamíferos, não é mesmo?

Uma vez alimentados, temos a oportunidade de passar um tempo com eles. Nós os acompanhamos até o lago, apreciamos a forma como eles se comportam e seguem a matriarca (sim, eles têm uma líder! Pena que esquecemos o nome dela), pousamos para tirar foto com eles e tocamos a sua espessa e áspera pele. A experiência é, realmente, incrível e emocionante. E recomendamos demais a visita a este santuário.

E lá vão eles beber água





E a gente atrás







































Claro que existem algumas regras de segurança. Somos orientados a, em hipótese alguma, ficarmos atrás de um elefante ou nos posicionarmos entre dois deles. Também não devemos nos abaixar em frente ao animal (pelo que entendemos, eles podem associar isto à posição de ataque). Os elefantes são extremamente dóceis, mas se eles se sentirem ameaçados e resolverem atacar, vai ficar difícil escapar. Portanto, nada de desrespeitar as regras de segurança!!

No local, além dos elefantes, também é possível ver inúmeras zebras, vivendo calmamente por lá. Para quem não tiver tido a oportunidade de ver estes animais em um safári, o Elephant Park acaba permitindo também que você as aprecie. 









O tempo com os elefantes dura cerca de 30 minutos e você retorna no trenzinho que trás o grupo seguinte. Confesso que o único problema do lugar é não permitir mais tempo com os elefantes. Mas temos que entender que não somos os únicos que queremos ter esta experiência por lá.

Hora de retornar




Finalizada a nossa visita, retornamos ao centro de Knysna com o objetivo de visitar, agora, a East Head.

Como visitar as Heads de Knysna

Embora, haja duas heads que podem ser visitadas: a leste (East Head) e a oeste (West Head), escolhemos apenas a primeira, por ter maior estrutura e por ter sido, inclusive, a indicada pelo proprietário da guest house em que ficamos hospedados (aliás, ele nos deu ótimas dicas sobre as atrações da cidade).

Para acessar o mirante no topo da East Head, é preciso seguir até o The Heads View Point (colocamos, exatamente, este nome no Waze e o aplicativo nos levou direto para lá). Na subida, percebemos que as ruas são estreitas e muitas delas sinuosas. Foi possível perceber também que aquela é uma área rica da cidade, com excelentes casas (não deve ser barato morar ali). Próximo ao ponto de observação, há um pequeno estacionamento.

A caminho da East Head


Subindo

O estacionamento no local


Uma placa indica o local do View Point


As casas de quem mora na East Head

Chegando ao mirante, tivemos uma excelente vista do lago e da cidade, assim como da West Head que, dali, nos pareceu mesmo bem mais desabitada. Alguns barcos faziam o passeio pelo lago, provavelmente, tendo zarpado do Waterfront. Do mirante foi possível ver também a Thesen Island, uma ilha localizada no meio do lago e que também pode ser visitada pelos turistas. 

O lago de Knysna e a West Head


O lago de Knysna


A West Head






A Thesen Island no meio do lago





No local, há também uma estátua que representa um pescador.

Estátua do pescador no view point da East Head








Mas este não é o único mirante do local. Dali, há caminhos que vão levando a outros mirantes com vista para o Oceano Índico. A paisagem é realmente belíssima e valeu muito à pena subir a East Head.

Seguindo para outros pontos de observação, chega-se ao ponto em que o lago se encontra com o mar


O Oceano Índico visto da East Head


East Head de frente para o mar










Continuando pelo caminho que vai unindo os pontos de observação





Nossa intenção, após a visita à East Head, era seguir ao Waterfront, almoçar, e pegar a rodovia N2, para retornar a Cape Town. Seriam cerca de 5 horas de estrada e tínhamos a intenção de subir uma colina em Wilderness, já próximo a George, para ver a paisagem lá de cima e as pessoas que saltam de parapente (provavelmente, não teríamos coragem de saltar). No entanto, ainda no Knysna Elephant Park, havíamos visto um panfleto de propaganda do Tenikwa Wildlife Centre, listando os animais que poderíamos ver lá, incluindo suricatos que queríamos muito ver.

Na verdade, não faria o menor sentido irmos até esta reserva, já que teríamos que pegar a N2 no sentido oposto a Cape Town, aumentando ainda mais o tempo de trajeto até lá. Mas nem sempre fazemos o que tem mais sentido em uma viagem, não é mesmo? E acabamos fazendo o que o coração manda. E foi o que fizemos. Deixamos o almoço de lado e quando vimos estávamos de volta ao caminho que havíamos pego mais cedo para o Elephant Park. E foram 45 minutos até chegar no Tenikwa Wildlife Centre.

Visitando o Tenikwa Wildlife Centre


Se nos arrependemos? De forma alguma. O lugar é maravilhoso e permite um contato próximo com felinos que nunca imaginaríamos conhecer, incluindo um leão albino (nem sabia que existiam) e os simpáticos suricatos. 

Após chegar ao local e estacionar o carro, seguimos para a recepção para adquirir nossos ingressos. Há uma loja no local e um pequeno restaurante (onde almoçamos ao final do passeio).  O ingresso custou 230 rands por pessoa e o tour é feito com um guia especializado que vai dando várias informações sobre os animais que vivem ali. O nosso guia, aliás, era excelente. Para maiores informações sobre a atração, deixo aqui o link do website.



Antes de iniciar o tour, o grupo assiste a um vídeo que reforça a importância do cuidado com a natureza e com a preservação daqueles animais (confesso que chorei assistindo). Logo após, iniciamos o tour que, aqui, é diferente do realizado no Elephant Park, já que, obviamente, não devemos ficar em contato direto com os felinos. E os cuidadores não vão dopar o animal para que o turista possa chegar perto, como é feito em outros locais do mundo. A maior parte do tour, então, é feita em pontes de madeira suspensas, separando, assim, os visitantes, dos animais lá embaixo. Na foto abaixo, estão os felinos vistos no local.

As espécies de felinos encontradas no Tenikwa Wildlife Centre


A maior curiosidade ficou por conta do leão albino. Segundo o guia, quando nasce um leão assim, ele é rejeitado pela família e, desta forma, acaba tendo pouco tempo de vida. Assim, quando um é achado, acaba sendo levado a estas reservas onde podem viver por mais tempo. Também estávamos curiosos em ver o leopardo, já que é um dos Big Five que não havíamos visto no safári. Infelizmente, o leopardo, considerado o felino mais perigoso, não estava querendo dar as caras e não conseguimos vê-lo.

Estes felinos são conhecidos como caracal e não estavam nem um pouco com vontade de chegar perto para aparecer na foto



O leão albino e a leoa, para variar, estavam dormindo





Acordou apenas para bocejar
Aqui temos um felino conhecido como serval. Dele podemos chegar perto sem problemas


Ah! E, embora eu tenha dito acima, que não nos aproximamos dos animais, há uma exceção: a chita. Segundo o guia, esta espécie não vê o ser humano nem como alimento nem como ameaça e, portanto, é seguro chegar perto delas. Havia duas chitas e o guia nos levou para bem próximo delas, sem nenhuma proteção nos separando. Confesso que tive muito medo e tremia quando uma delas se erguia e caminhava pelo local. Foi tanta regra antes de se aproximar (não pode fazer barulho, não pode se abaixar, não pode ficar com os óculos escuros no rosto) que fiquei receoso. E se eu fizesse algum movimento errado? Mas não houve problema algum. As chitas não estavam nem aí para nós e correu tudo bem.

Duas chitas nos recebendo em sua casa





A poucos metros delas


Linda, não é mesmo?




Os felinos, embora sejam o foco principal da reserva, não são as únicas espécies presentes ali. O local, na verdade, resgata, medica, reabilita e cuida do animal que estiver precisando. E, assim, você pode encontrar por lá, pinguins recebendo assistência médica, algumas aves típicas da região, suricatos e, até mesmo, um bode.

Uma família inteira de suricatos


Sim, Timão de O Rei Leão é um suricato



Esta ave faz até medo




Se você gosta de animais e quer conhecer estas espécies sul-africanas de perto, recomendo demais a visita a esta reserva. Além de você se dar a oportunidade de ter uma grande experiência, ainda estará ajudando a manter um programa de reabilitação tão importante para a fauna local.

E, terminada a visita, era hora de almoçar ali mesmo, e seguir viagem direto até Cape Town. Saímos de lá quase às 16 horas da tarde e foram cerca de 6 horas até o nosso destino. Claro que não paramos mais em Wilderness. Mas não podemos fazer tudo que queremos sempre, concordam? O trajeto foi longo e chegamos em Cape Town bem cansados, mas extremamente recompensados pela incrível experiência que tivemos em Knysna e ao longo da Garden Route.

Era nossa última noite na África do Sul e, naquele momento, não tínhamos mais dúvidas: o país conquistou mesmo o nosso coração e tudo que queremos é retornar um dia. E que não demore muito!!


OBS:
1. Os preços indicados neste post correspondem aqueles em vigência na época da viagem. Recomendo pesquisar novamente os valores das atrações na época da sua viagem.

2. Este post não recebeu nenhum tipo de patrocínio

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