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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

O que fazer em Tel Aviv: conhecendo Old Jaffa

Tel Aviv é a segunda maior cidade de Israel (perdendo apenas para Jerusalém) e, provavelmente, será o seu primeiro contato com o país, já que a grande maioria dos voos internacionais para Israel chegam pelo aeroporto da cidade. E, embora muitos turistas sigam direto para Jerusalém (a apenas cerca de 55 Km do aeroporto), recomendamos que você tire pelo menos um dia para explorar Tel Aviv.

Considerada o principal centro econômico do país, a cidade é bem diferente do estereótipo de Oriente Médio que temos em mente. Com seus prédios modernos e uma orla com praias populares às margens do Mediterrâneo, Tel Aviv emite um ar cosmopolita e progressista que foge de qualquer estigma tradicional.

E, se tem uma coisa que Tel Aviv não é, é tradicional. Muito pelo contrário, a cidade se orgulha de sua luta pela igualdade, figurando, atualmente, entre um dos locais que mais respeitam as diferenças no planeta. Não à toa, é considerada  a capital LGBT do Oriente Médio e atrai inúmeras famílias homossexuais que buscam um local para morar sem restrições ou preconceito.

Pelas ruas da cidade, é comum ver casais homossexuais andando livremente de mãos dadas ou levando seus filhos para passear. E tudo isso sem segregação. Héteros, gays, trans, todos convivem livremente. E, assim, Tel Aviv se apresenta como uma ilha de tolerância em meio a uma das regiões mais conservadoras do mundo.

Mas não apenas de modernidade vive a cidade litorânea. Na extremidade sul da sua orla, é possível visitar a antiga cidade portuária de Jaffa (ou Yaffa), com seus prédios históricos. Na verdade, Jaffa, com sua população predominantemente árabe, era tudo que existia ali até o início do século XX, quando Tel Aviv começou a ser construída pelos judeus. Com o tempo, a segunda cresceu tanto que acabou absorvendo Jaffa como um bairro seu, até que, em 1950, os dois municípios se fundiram em um só.

Jaffa vista da orla de Tel Aviv

Mas como foi exatamente que chegamos a Tel Aviv e o que fizemos por lá?

Chegando a Tel Aviv



Chegar a Tel Aviv a partir do Brasil não é nada barato. No entanto, Israel ocupava o topo da lista de países que Técio queria conhecer e a oportunidade surgiu quando tive a ideia de pesquisar os preços dos voos saindo de Atenas (já que passaríamos nossas férias na Grécia) para Tel Aviv e nos surpreendemos com os ótimos preços disponíveis. Seria a oportunidade perfeita.

Aliás, fica a dica: é possível encontrar bons preços para Tel Aviv, partindo não apenas da Grécia, mas também de outros países europeus.

Na verdade, acabamos encontrando um voo de Santorini até Tel Aviv, fazendo conexão em Atenas, o que já eliminaria o gasto com o transporte entre a ilha e a capital grega. 

O tempo de voo entre Atenas e Tel Aviv foi de cerca de 2 horas. Chegamos em plena madrugada, mas, mesmo cansados e com sono, aproveitamos ainda para fazer o câmbio e comprar um chip com plano local de internet para o nosso celular (infelizmente, não lembro o valor exato, mas não achamos barato).

No aeroporto de Tel Aviv

Para seguir até a nossa hospedagem, optamos pelo táxi, considerando a hora. Nada barato, como tudo na cidade, tendo nos custado cerca de 130 NIS (o correspondente a cerca de 130 reais). A outra opção seria pegar um trem que vai até a estação central (Tel Aviv Center Savidor) em um trajeto de cerca de 20 minutos e, de lá, pegar um táxi. Provavelmente, sairia mais barato, mas não sabíamos se, àquela hora, o trem estava funcionando e o que queríamos mesmo era uma cama para dormir o mais rápido possível. 

E já que estamos falando em transporte em Tel Aviv...

Como se deslocar em Tel Aviv



Embora moderna, Tel Aviv peca no quesito transporte público, já que não há serviço de metrô na cidade. Na verdade, os ônibus e os sheruts (vans) são as principais opções de deslocamento mais barato por lá (lembrando que os primeiros param de funcionar durante o shabat, sobre o qual já falei no post em que demos as principais dicas sobre Israel).

Os táxis são bem caros, mas a forma mais conveniente de chegar até o aeroporto e aos terminais rodoviário e ferroviário, considerando a sua bagagem. O Uber não é ainda um serviço popular em Tel Aviv e, na verdade, são os próprios taxistas que o utilizam.

No nosso caso, utilizamos táxi para acessar o aeroporto e o terminal rodoviário. Já, quando retornamos a Tel Aviv vindos de Eilat de ônibus, optamos por fazer uso do transporte público para ir da rodoviária até nossa hospedagem. Era final da viagem e já estávamos lisos, contando os centavos. Não foi fácil pegar o ônibus com nossas malas, mas, pelo menos, foi uma economia e tanto.

Já para se deslocar entre as diferentes atrações turísticas que conhecemos pela cidade, utilizamos o mais barato meio de transporte de todos: os nossos pés.

Embora seja um cidade grande, dependendo do local em que você se hospede, é, perfeitamente possível, fazer boa parte das atrações da cidade caminhando. Você irá andar bastante, mas, como boa parte da caminhada envolverá a orla de frente para o Mediterrâneo, não será nenhum sacrifício, garanto.

E já que falei em hospedagem...

Onde se hospedar em Tel Aviv



Na nossa opinião, você deve escolher algum hotel o mais próximo possível da orla, de preferência em torno do bairro Neve Tzedek. Mas aviso logo: hospedagem em Tel Aviv é muito cara.

Acabamos optando por alugar um apartamento pelo Airbnb. O mesmo era bem pequeno, mas estava limpo e tinha o básico necessário. Estranhamente, era administrado por um hotel que ficava próximo. Mas o que importa é que saiu bem mais barato e ficava bem próximo à orla, a menos de 5 minutos de caminhada, além de ficar perto de Neve Tzedek. Então, acabou sendo um ótimo custo-benefício.

Mas, finalmente, o que, exatamente, tem para se fazer por lá?

As atrações de Tel Aviv



Na nossa opinião, são duas as principais atrações de Tel Aviv: a sua orla, composta pelas praias urbanas com a melhor estrutura para o banhista que já conhecemos; e Old Jaffa, com suas ruas e prédios históricos à beira do antigo porto da cidade.

Outras atrações:

1. Neve Tzedek, o mais antigo bairro de Tel Aviv (excluindo-se Jaffa, claro). 

2. HaTahana, antiga estação de trem que foi transformada em área de convívio pública, com inúmeras lojas e restaurantes no seu interior.

3. Cidade Branca de Tel Aviv, famosa por ser uma bairro que concentra o maior número de prédios de um estilo arquitetônico clássico, o Bauhaus. Embora considerada Patrimônio Mundial pela Unesco, não nos atraiu quando vimos fotos do lugar na internet e, portanto, não fomos conhecer. 

4. Azrieli Tower, moderno complexo de edifícios da cidade que vem se tornando popular entre os turistas, devido à vista que se tem de Tel Aviv dos seus andares mais altos. Embora tenhamos chegado próximo ao prédio, no nosso segundo dia na cidade, deduzimos que o seu acesso estaria fechado por estarmos em pleno shabat.

Azrieli Tower vista por trás dos prédios mais baixos
A cidade também conta com museus, como o Tel Aviv Museum of Art, e com uma vida noturna jovem e agitada, especialmente nos arredores de Neve Tzedek.

O nosso roteiro: começamos caminhando pela orla em direção a Old Jaffa. Exploramos, então, a cidade antiga e suas atrações e, após o almoço, caminhamos de volta rumo à antiga estação ferroviária HaTachana. De lá, seguimos para Neve Tzedek, que fica bem próximo. Retornamos, então, ao nosso apartamento para vestirmos roupa de banho e voltamos à orla, seguindo agora o sentido inverso e aproveitando para curtir a praia e o mar de Tel Aviv.

Gostamos tanto da praia de Tel Aviv que foi o local em que escolhemos voltar no restante do tempo que tivemos na cidade.

Começamos o dia em Tel Aviv, caminhando por sua orla em direção a Old Jaffa

Fomos apreciando o Mediterrâneo

E percebendo o quanto tudo era limpo e bem cuidado


Do outro lado da avenida que margeia o mar, muitos prédios, entre eles, vários hotéis
E muitas bandeiras de Israel espalhadas por toda a extensão da orla
Moradores da cidade passavam por nós praticando atividade física e pedalando pela ciclovia

Passamos por uma mesquita (a comunidade islâmica vivendo no país é grande)

E por algumas grandes áreas de grama de frente para o mar


E lá longe, a silhueta de Old Jaffa começava a aparecer

E ficava cada vez mais próxima

E, assim, foram cerca de 2,5 Km caminhando até chegar em Old Jaffa

O que fazer em Old Jaffa



Para tentar detalhar melhor o que fazer em Old Jaffa e como foi nossa passagem por lá, acrescentei o mapa abaixo, no qual dividi o distrito em 5 partes:



A - esta área em volta da Torre do Relógio, um dos monumentos mais clássicos do bairro, é a mais movimentada e popular de Old Jaffa. Repleta de lojas de souvenir, restaurantes e cafés, é também famosa pelo seu Mercado de Pulgas.

B - aqui se localizam os jardins de Old Jaffa, localizados no alto de uma pequena colina, de onde é possível ter ótimas vistas da cidade de Tel Aviv.

C - esta área localizada em volta de uma igreja católica, a Igreja de São Pedro, possui charmosos prédios históricos, por entre os quais, você acaba acessando uma área de pedestres de frente para o mar, já no início do antigo porto de Jaffa

D - resolvi demarcar esta pequena área por trás dos jardins pelo charme e requinte dos antigos e preservados prédios ali localizadas. Com ruas floridas, passando por sinagogas e galerias de arte, é uma parte de Old Jaffa que vale à pena conhecer.

E - a área do porto antigo é, na minha opinião, a menos interessante no quesito beleza, mas possui vários restaurantes que servem os peixes frescos recém pescados no Mar Mediterrâneo ali em frente.

Como acessamos o bairro caminhando a partir da orla, acabamos passando sem ver a região em torno da Torre do Relógio e chegamos direto aos pés do HaMidron Garden (o que fica mais próximo ao mar, como é possível ver no mapa acima). Deixamos, então, a Torre do Relógio, para o final, e subimos o jardim (lembra que falei que os jardins ficam no alto de uma colina?).

O HaMidron Garden. Ao lado, uma mesquita e, lá atrás, a torre da Igreja de São Pedro. 
Chegando ao alto, nos deparamos com a vista de Tel Aviv.

Tel Aviv vista de Old Jaffa





E com esta moldura estrategicamente posicionada para fazer a festa dos turistas e suas câmeras fotográficas:





Atravessamos a rua até a outra margem, onde está o HaPisga Garden. Aqui, duas atrações chamam a atenção: A Estátua da Fé (um símbolo à crença judaica) e a Ponte dos Desejos (toda adornada por representações dos 12 signos do zodíaco). Além, claro, de mais vista panorâmica para a cidade.

Chgando ao HaPisga Garden

De um lado, vista para a Igreja de São Pedro...


E para parte dos prédios antigos de Old Jaffa, com o mar atrás

Do outro lado, vista para a Tel Aviv moderna

Ficando de frente para o mar, a vista do miranete de uma mesquita

E, no topo do jardim, a Estátua da Fé

A primeira coluna representa o Sonho de Jacob, a segunda coluna simboliza o Sacrifício de Isaac e a coluna do alto, na horizontal, representa a Queda de Jericó.

Acredito que, a esta altura, vendo as fotos acima, vocês perceberam que, ali em Old Jaffa, representações de três grandes religiões estão, democraticamente, vivendo lado a lado. E nós achamos isto maravilhoso. Assim, deveria ser o mundo inteiro. Deveríamos todos viver em harmonia, todos juntos e misturados, independente de nossas crenças. Este foi o aspecto de Old Jaffa que mais nos tocou e encantou.

E, como se não bastasse, a representação de algo completamente fora do contexto religioso pregado por estas três religiões estava bem ali ao lado: a Ponte dos Desejos, famosa por ter esculpida, em sua murada de ferro, símbolos referentes aos doze signos do zodíaco. 

Conta a lenda que o visitante deve por a mão acima do símbolo que corresponde ao seu signo e, então, fazer um desejo.

Ali está a Ponte dos Desejos
A Ponte dos Desejos

Gêmeos



Da ponte, seguimos direto para a área em torno da Igreja de São Pedro. Ao lado, um pátio com construções antigas e muito bem preservadas.

A Igreja de São Pedro


Pátio ao lado da igreja

E logo ali, olha o que encontramos, uma fonte contendo mais referências aos signos do zodíaco:



Passamos um bom tempo apreciando aquelas construções antigas de pedra e fomos percorrendo as estreitas ruas entre elas e descendo as escadas que íamos encontrando até sair numa área para pedestres de frente para o mar, que correspondia ao antigo porto da cidade.

Nem parece que havíamos acabado de caminhar por uma orla margeada por prédios modernos









Amamos cada detalhe


Tudo muito bem cuidado


Entre os prédios antigos, muitas escadas


E ruas bem estreitas
O pássaro saiu na foto sem querer. E só fui perceber agora escolhendo as fotos para este post!


Chegando ao antigo porto de Jaffa









Mas ali era apenas o início da área portuária. Nós continuamos, então, seguindo pelo restante do porto, mas confesso que não achamos muito atrativo (tanto que nem tiramos foto) e, então, resolvemos retornar.

Basta seguir sempre em frente para conhecer o restante do porto

Na volta, acabamos nos deparando com mais um conjunto de prédios antigos, localizados por trás dos jardins de Old Jaffa (demarcado com D no mapa acima). Esta se mostrou uma área super agradável, repleta de flores, super limpa, mas também bem mais chique, com suas várias galerias de arte.

























Desculpem a quantidade de fotos, mas, realmente, amamos Old Jaffa. Lugar super bem cuidado, que preserva a história daquele lugar. Uma história extremamente rica, já que Jaffa passou pelas mãos dos árabes, fez parte do Império Otomano, foi conquistada por Napoleão Bonaparte, foi dominada pelos britânicos e, após a Segunda Guerra Mundial, passou a fazer parte do Estado de Israel.

Gostamos tanto que escolhemos almoçar por ali mesmo, optando por um restaurante super tranquilo, com vista para o Mediterrâneo. Após a refeição, seguimos em direção à Torre do Relógio e logo percebemos o maior movimento na área em torno do mesmo. Mais carros, mais pedestres, mais restaurantes e muitas lojas de souvenir administradas por árabes. Aproveitamos para comprar algumas lembrancinhas ali, mas logo fomos embora por não achar esta parte tão agradável quanto o que já havíamos visto.


Almoçando no Yamit Restaurant. Pedimos uma massa com salmão que estava apenas OK


Torre do Relógio em Old Jaffa




Uma área bem mais movimentada

Mas nosso passeio pela cidade ainda não havia acabado. Continuaremos contando tudo no próximo post, especialmente, dedicado às praias de Tel Aviv.

No entanto, já deve ter dado para perceber que Tel Aviv havia nos surpreendido positivamente neste primeiro contato. O contraste gritante entre o moderno e o antigo. A convivência harmônica entre diferentes e conflitantes religiões. A bandeira da tolerância que a cidade parece se orgulhar em erguer. Aspectos que, por si só, já fazem Tel Aviv merecer a sua visita. Mas calma que ainda tem mais...

Amamos Old Jaffa


OBS:
1. Este post não recebeu nenhum tipo de patrocínio

13 comentários:

  1. Caramba Erik! Se me perguntassem, a última coisa q eu falaria sobre Tel Aviv é que é um lugar bom pra pegar praia! Que surpresa! E ainda com uma infraestrutura top! Old Jaffa também é muito linda. Vale mesmo a pena parar por Tel Aviv! Muito bom post.

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  2. Que show Erik! Legal saber que Tel Aviv está à frente no quesito "homossexualidade". Sem dúvida é um destino que quero muito conhecer e vou procurar passagens partindo de países europeus... tenho feito isso pesquisando determinados e destinos e vi que dai bem mais em conta mesmo! Abraço.

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  3. Jamais imaginaria a atmosfera cosmopolita que tem Tel Aviv e muito menos que seria um bom destino de praia. As fotos do post mostram que é um lugar super agradável de visitar, além do respeito à orientação sexual de moradores e visitantes, tudo a colaborar com o clima moderno e acolhedor da cidade. Ganhou lugar na minha lista de desejos de viagens. Parabéns por compartilhar informações tão interessantes do destino.

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  4. Um lugar que tenho bastante curiosidade para conhecer. O que vocês acham de uma mulher viajar sozinha por lá? Rolaria? Já percebi que não ha muita opção de transporte e o melhor é se hospedar num local bem localizado, perto das atrações turísticas.
    E a praia? a água é muito gelada? Precisa alugar cadeira e guarda sol?

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    1. Olá Dani! Acho que não há nenhum problema em uma mulher sozinha em Israel, especialmente em Tel Aviv, que é uma cidade cosmopolita. Sobre as praias, não achei a água gelada (não é quentinha como as praias do nosso Nordeste, mas tem uma temperatura mais agradável que na Grécia, por exemplo). A estrutura das praias é excelente. Necessidade zero de alugar qualquer coisa. Temos um post falando só das praias da cidade: http://www.blogsaladeembarque.com.br/2017/12/o-que-fazer-em-tel-aviv-conhecendo-as.html
      :)

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  5. Post incrível, muito interessante! Já entrou para minha listinha de locais para conhecer. As fotos estão belíssimas e o post está mega completo, rico em detalhes.

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  6. Minha passagem por Tel Aviv foi tão rápida ( apenas uma tarde e noite ;(. Mas pude perceber também como a cidade é cosmopolita, muitooo diferente de todas as demais cidades que conheci. Valeu pelas dicas de vcs, quando voltar a Israel vou querer me dedicar um pouco mais em conhecer.

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  7. Infelizmente fiquei pouco tempo em Tel Aviv pois sai de Paris em voo direto para lá e logo fui para Jerusalem. Fiquei encantada com suas fotos pois não imaginava a cidade desse jeito. Amei a estátua da fé e a fonte dos signos do zodiaco. Quanta obra belissima! Obrigada por compartilhar a experiência por lá!

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  8. Nossa, descobri muita coisa sobre tel Aviv hoje!!! Fiquei super Encantada pela pluralidade da cidade e pelo respeito à diversidade não só em relação às escolhas sexuais mas também as religiosas! Nós realmente precisamos avançar e muito.
    O bairro antigo, nem se fala!! Que lugar gostoso! Vocês acenderam em mim uma chama perigosa: agora quero muito conhecer esse lugar!!

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  9. Para ser sincero eu tinha outra visão de Israel, não imaginava uma cidade assim, pelas fotos achei bem limpa e organizada, e esse assunto de essa cidade ser LGBT e tudo é aceitável é surpreendente por tratar de Israel rsrs, incrível, quando vi essas fotos ao lado da igreja de São Pedro achei fantástico lindo mesmo, adoro lugares assim, gostei do post parabéns, fiquei com vontade de visitar Israel heehe

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  10. Que curioso, uma capital LGBT do Oriente Médio é uma coisa que eu jamais imaginaria que existia, parece algo até contraditório. Interessante! As coisas são caras, mas pelo visto compensam muito, principalmente por conta da Old Jaffa mesmo. Amo/sou essas estradas estreitas e muito bonitas, e ainda mais na época do ano em que foi, com tudo florido. Belo post! Valeu!

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  11. Uau, não sabia que Tel Aviv era tão linda e tão moderna! Curioso o fato de ser uma cidade tão "pra frente", quando nos arredores tudo é tão diferente.. Deu muita vontade de ir, e esse post vai me ajudar a planejar a viagem!

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  12. Primeiro não desculpo por tantas fotos, porque amei demais cada uma, muitos detalhes lindos, a arquitetura maravilhosa!!!
    Ao mesmo tempo tão antiga e moderna ao mesmo tempo..

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