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domingo, 16 de outubro de 2016

Segundo dia em Paris: o Museu do Louvre

Nosso segundo dia em Paris se iniciava com um roteiro intenso pela frente: começamos pelo Museu do Louvre; depois seguimos caminhando até a Ile de la Cité, onde está localizada a Cadetral Notre-Dame; prosseguimos, a pé, até o Hotel de Ville (prefeitura da cidade) e até a Maison de Victor Hugo (casa onde viveu o famoso escritor francês); por fim, pegamos um metrô até Montmartre, onde finalizamos o dia visitando a Sacre Coeur e caminhando pelas charmosas ruas do bairro.

Embora pareça muita coisa para um dia (e é mesmo!!), este roteiro tornou-se possível por dois motivos básicos: não pretendíamos passar muito tempo dentro do Louvre e não queríamos entrar em nenhuma das duas igrejas que visitaríamos neste dia (além de já ter conhecido o interior das duas em uma viagem anterior, já expliquei minha falta de paciência atual com igrejas em outra postagem).

Portanto, foi possível seguir todo o trajeto sem pressa, aproveitando muito mais as ruas e as fachadas dos monumentos, sem se preocupar tanto com filas e ainda economizando.  Neste post, focarei em nossa visita ao Louvre e darei algumas dicas sobre o famoso museu.

Após nosso café da manhã comprado no dia anterior (já que havíamos alugado um apartamento e, portanto, tínhamos que providenciar o desjejum): torrada com geleia de frutas vermelhas, iogurte (amo os iogurtes da Europa) e suco de maçã, saímos com o dia ainda nublado (pelo menos, tivemos a sorte de não ter chovido neste dia) em direção ao Museu do Louvre.

Museu do Louvre

domingo, 9 de outubro de 2016

Primeiro dia em Paris: do Arco do Triunfo à Praça da Concórdia

Chegamos a Paris numa tarde nublada de junho e tudo que eu conseguia pensar na hora era: "de que horas o sol vai aparecer?" Infelizmente não vimos nem sinal do astro-rei nos dias seguintes que passamos na cidade. E eu tive que me conformar, tentar esquecer aquele cinza constante no céu (que não curto nem um pouco) e aproveitar o máximo possível a encantadora capital francesa.

Seguimos do Aeroporto Charles de Gaulle até o local onde nos hospedaríamos utilizando o econômico RoissyBus. E, desta vez, optamos por utilizar, pela primeira vez, o serviço online da Airbnb. O motivo: pelas minhas pesquisas, alugar um apartamento em Paris estava bem mais barato do que reservar um hotel. Obviamente, o local era muito pequeno (algo comum em Paris), mas bem limpo e bastante funcional. Tinha internet, água quente no chuveiro, cama confortável e utensílios domésticos para que pudéssemos nos virar no café-da-manhã. Não nos arrependemos nem um pouco de termos optado pelo apartamento.

E enquanto o anfitrião nos recepcionava e explicava tudo que precisávamos saber, tudo que eu conseguia pensar era que queria tomar logo meu banho e sair para passear. Afinal, era nosso primeiro dia em Paris e não queríamos desperdiçar um minuto. E logo estávamos deixando o "nosso" apartamento e caminhando pelas ruas parisienses.

E, sem dúvidas, caminhar pelas ruas da cidade já é, por si só, uma das principais atrações de Paris. Cada rua alberga construções mais bonitas do que a outra, cada praça mostra que o verde é uma preocupação constante dos parisienses e cada esquina pode esconder algo que merece ser fotografado.

Mal saímos à rua e já estávamos fotografando

domingo, 2 de outubro de 2016

Como ir do Aeroporto Charles de Gaulle ao centro de Paris de ônibus

Uma dúvida que sempre surge quando chegamos em alguma cidade desconhecida de avião é a melhor forma de ir do aeroporto ao centro da cidade: táxi, ônibus, trem, metrô? Obviamente, esta resposta vai depender de uma série de fatores: quanto você tem para gastar? quanto de comodidade você almeja? qual o tempo de trajeto para cada uma das opções? no caso do transporte público, a parada final fica próximo ao seu hotel?

Tudo isso deve ser pesado e muito bem avaliado quando você vai tomar a decisão. Nós sempre tentamos optar pela opção mais barata. No entanto, naquelas vezes em que chegamos muito cansados ou em um horário inconveniente para o transporte público (de madrugada), acabamos optando pelo táxi mesmo.

Para o nosso trajeto a partir do Aeroporto Charles de Gaulle, encontrei 4 opções durante a minha pesquisa na internet:

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Como utilizar o metrô de Paris

Afinal, qual a melhor forma de se locomover em Paris?

A nossa resposta imediata para esta pergunta é: a pé. O motivo? Paris é uma cidade para ser apreciada aos poucos, com calma, com o olhar fixo em cada prédio, em cada ponte, em cada monumento, em busca de uma surpresa a cada esquina. Desperdiçar isto andando de táxi (que não te permite contemplar as ruas da cidade com calma) ou de metrô (que te leva para o subterrâneo) não é tão lúdico, concorda?

Mas também temos que ser prático, não é mesmo? Nem sempre será possível seguir um certo deslocamento a pé. Paris é uma cidade grande, com inúmeras atrações turísticas espalhadas e, dependendo de onde você fique hospedado, terá sim que utilizar algum tipo de transporte público, às vezes, até mais de duas vezes por dia.

E em termos de transporte público, Paris é muito bem servida. Não vejo necessidade alguma de se pegar táxi na cidade, a não ser que você fique na rua até depois do horário de funcionamento do sistema metroviário. O metrô de Paris te deixa bem próximo de, praticamente, todos os principais pontos de interesse da cidade.

Uma das formas de se identificar uma estação de metrô em Paris.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

França de norte a sul

A primeira coisa que posso falar sobre a França é que o país é muito mais do que apenas Paris. Os seus encantos vão muito além das ruas e monumentos parisienses. Obviamente, é a Torre Eiffel, o Moulin Rouge, a Notre-Dame que ocupam um lugar privilegiado no imaginário daqueles que sonham em viajar até a França. E isto não é em vão. Paris é, sem dúvidas, encantadora. Mas o restante da França, com seus belos vilarejos, sua invejável natureza, seus imponentes castelos e sua riqueza histórica, encantam igualmente.


Paris

E, desta vez, foi possível perceber isto percorrendo a França de carro de norte a sul, da Normandia à Côte d´Azur. Obviamente, não haveria tempo suficiente para explorar o país inteiro (para isto, serão necessárias ainda muitos retornos), mas escolhi alguns lugares e cidades pelos quais passaríamos na nossa road trip: Etrétat, Mont Saint-Michel, Lyon, Marselha, Cassis. Outros lugares foram excluídos devido alguns imprevistos: Annecy, Chamonix. Enquanto outros surgiram meio que de repente: Amboise, Gordes, Rousselion.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

De volta à Cidade do México

Em 2015, embarcamos para a Cidade do México, onde só foi possível ficar por 2 dias antes de embarcar para o Canadá. Dois dias que foram, claramente, poucos para explorar as inúmeras atrações que a capital mexicana oferece. Eu não poderia imaginar, entretanto, que, em menos de 1 ano, uma segunda oportunidade para viajar até a Cidade do México surgiria. Desta vez, no entanto, a trabalho, mas, obviamente, sem perder um minuto do tempo livre para passear por alguns dos pontos turísticos que ficaram de lado da visita anterior.

Falarei aqui, portanto, destes novos lugares que descobri durante esta segunda visita, embora tenha também passado por alguns locais visitados anteriormente, como: o Mercado de Artesanias La Ciudadela (ficava a poucos minutos de caminhada do hotel e, como havíamos deixado de comprar alguns souvenirs na viagem anterior, não resisti); o Palácio de Bellas Artes (ficava quase em frente ao hotel, de modo que, mesmo que eu não quisesse, passaria várias vezes por ele. Mas vamos combinar: é o prédio mais belo da cidade; então, não cansa nunca!); e o Zocalo, claro (é o coração da cidade, está bem próximo do Palácio de Bellas Artes e contem algumas atrações que ficaram de fora da primeira vez).

Palacio de Bellas Artes

domingo, 7 de agosto de 2016

O que fazer durante uma conexão prolongada no aeroporto de Dallas?

Se você estiver viajando pela companhia aérea americana American Airlines, terá grande chance de fazer alguma conexão no aeroporto de Dallas. E, caso esta conexão ultrapasse o período de seis horas, será inevitável se perguntar se há a possibilidade de se fazer algo na cidade enquanto o horário do seu próximo voo não chega.

Afinal, ninguém merece passar horas na sala de embarque de um aeroporto sem ter nada para fazer. E já que você está ali mesmo, em uma cidade que, talvez, nunca tenha pensado em visitar, porque não dar uma escapadinha do aeroporto?

Foi exatamente isto que resolvemos fazer quando descobrimos que, durante nossa viagem de Hong Kong para Guarulhos, teríamos oito horas de conexão em Dallas. Confesso que a cidade nunca me chamou a atenção e que nunca havia pretendido conhecê-la. E, claro, durante uma conexão é impossível conhecer bem uma cidade, seja ela qual for. Mas resolvemos não perder a oportunidade.

Centro de Dallas