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segunda-feira, 9 de maio de 2016

Primeiro dia em Hong Kong: conhecendo os mercados de rua

Após nosso agradável passeio pelo Templo Chi Lin Nunnery, nosso primeiro dia em Hong Kong continuou com a visita a dois famosos mercados da cidade: o Flower e o Ladies Market. Aliás, se tem algo comum em Hong Kong são os mercados. Não havia, claro, tempo para visitar todos, de modo que escolhi estes dois baseado no roteiro traçado e nos horários de funcionamento.

Vale salientar que os mercados fecham nos primeiros dias do ano novo chinês. Portanto, só tínhamos os dois primeiros dias da viagem para encontrá-los abertos. Até programei visitar também o Temple Market, que funciona apenas à noite (das 18h à meia-noite), mas devido uma intercorrência gastrointestinal (não devido à comida chinesa, mas a um sanduíche do McDonalds), tivemos que retornar cedo para o hotel, não sendo possível visitar o mercado.


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Primeiro dia em Hong Kong: visitando o Templo Chi Lin Nunnery e aprendendo sobre o budismo

Nosso primeiro dia em Hong Kong começava com a agenda cheia de atrações para percorrer. Seria um dia longo, cansativo, mas repleto de novas experiências e sensações. Uma multidão pelas ruas, metade orientais, metade ocidentais. Uma verdadeira babilônia de idiomas para nossos ouvidos. De um lado da rua, um McDonalds, do outro lado, a venda de espetinhos da mais variada culinária chinesa. Olhando para o alto, uma selva de modernos edifícios, mas, escondidos entre eles, belos templos budistas. Tudo junto e misturado, justificando a clássica designação da cidade como o lugar onde o Ocidente encontra o Oriente. Clichê, eu concordo, mas não por isso menos verdadeiro...

Após nossa chegada na noite anterior e nosso primeiro contato com o eficiente, prático e moderno transporte entre o aeroporto e a porta do nosso hotel (dou todos os detalhes sobre como ir do aeroporto ao centro de Hong Kong em outro post), a nossa primeira impressão foi a de estar em um país desenvolvido. Sensação que só aumentou à medida que conhecíamos mais da cidade. Acredito que, caso um dia consiga a independência do restante da China, Hong Kong será um país desenvolvido.

Mas não havíamos enfrentado quase 48 horas de viagem para conhecer apenas a modernidade do Oriente. Queríamos também conhecer mais da cultura de um país tão diferente do nosso. E, assim, escolhemos como primeira atração do dia uma visita a um típico templo budista (o Chi Lin Nunnery) e um passeio por um lindo jardim chinês (o Nan Lian Garden). O jardim se localiza bem em frente ao templo e, embora um pouco afastados do centro, são facilmente acessados pelo metrô. E o melhor: a entrada é gratuita!

O belo Nan Lian Garden

sábado, 23 de abril de 2016

Como se localizar em Hong Kong

Algo que acho importante para aqueles que planejam visitar Hong Kong é ter, previamente, uma noção de como se localizar na cidade. Afinal, a metrópole corresponde, na verdade, à união de uma parte continental com um conjunto de ilhas. Destas, duas são de interesse para o turista: a ilha de Hong Kong (isso mesmo! A cidade de Hong Kong tem uma ilha de mesmo nome) e a ilha de Lantau.

No mapa, estão circuladas: a Ilha de Lantau, a Ilha de Hong Kong, e Tsim Sha Tsui, a principal área da região continental de Kowloon

Kowloon, a área mais importante da parte continental de Hong Kong:


Esta é a área urbana central da Hong Kong continental. É nela onde se concentram as principais ruas e avenidas, os principais pontos turísticos e os principais mercados da área continental. Na sua península, está a área conhecida como Tsim Sha Tsui, o lugar ideal (na nossa opinião) para se hospedar na cidade.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Como funciona o sistema de transporte público de Hong Kong

O sistema de transporte de Hong Kong é bastante eficiente, te deixa, praticamente, em todos os locais de interesse, e inclui metrô, ônibus (aqueles de dois andares, típicos da Inglaterra) e ferrys (afinal, acessar a Ilha de Hong Kong, atravessando a baía em um barco, é muito mais agradável do que por debaixo da terra). Mas, sem dúvida, o metrô será o transporte mais utilizado por você em sua passagem pela cidade.



E em Hong Kong, o sistema de metrô tem uma particularidade que todos que pretendem conhecer a cidade precisam saber: não há um valor fixo para o ticket. O custo varia de acordo com a estação de destino, sendo, desta forma, diretamente proporcional à distância que será percorrida. Deste modo, ao utilizar as máquinas de auto-atendimento para comprar o ticket, você deve informar a estação de destino, para, então, ser feito o cálculo oe quanto aquele trajeto específico te custará.

sábado, 9 de abril de 2016

Como ir do aeroporto ao centro de Hong Kong

Um dos maiores elogios que posso fazer a Hong Kong diz respeito a sua excelente infraestrutura, de dar inveja a qualquer país desenvolvido. E esta característica marcante da cidade se reflete diretamente no sistema de transporte público, que, de forma eficiente e organizada, te deixa em praticamente qualquer atração turística de Hong Kong, além de permitir uma conexão prática entre o aeroporto e o seu local de hospedagem na cidade. Uma mão na roda para qualquer turista.

Possuidora de um aeroporto que era considerado um dos mais perigosos do mundo, devido a sua inconveniente localização, Hong Kong logo resolveu este problema construindo uma ilha artificial (ao lado da Ilha de Lantau), sobre a qual colocou o seu novo e moderno aeroporto.

Aeroporto de Hong Kong, visto a partir do teleférico que nos leva a um dos principais pontos turísticos da cidade: o Grande Buda na Ilha de Lantau

E o maior inconveniente do novo projeto, a longa distância do aeroporto até o centro da cidade, foi resolvido com a introdução de um prático sistema de transporte que leva os passageiros diretamente para o centro da cidade.

Em resumo: ao desembarcar, você pegará um trem (o Airport Express) que, em menos de 30 minutos, te deixará na estação escolhida, a partir da qual sairá um ônibus que te levará até a porta do seu hotel.

domingo, 3 de abril de 2016

Cinco pseudoregras de viagem que nenhum turista deveria ouvir

Quando o assunto é viagem, todo mundo tem uma opinião ou conselho para dar. Muitos desses palpites são, no entanto, baseados em mitos ou, então, naquela velha premissa de que nós temos que seguir certas regras pré-estabelecidas quando resolvemos viajar. É como se até mesmo nosso maior momento de lazer tivesse que ser guiado por mais um conjunto de normas.

Mas deixa eu te adiantar uma coisa: quando viajamos, somos nós mesmos que fazemos nossas próprias regras. A única satisfação que você tem que dar é para as suas próprias vontades. Portanto, não se limite e veja abaixo algumas destas pseudoregras:

sábado, 2 de abril de 2016

Diferenças entre Hong Kong e o restante da China

Afinal, Hong Kong é ou não China? 

Digamos que sim e não. A rigor, Hong Kong faz parte da República Popular da China, desde 1997, quando deixou de ser colônia inglesa, mas mantém uma certa independência no que diz respeito a uma série de fatores: política de imigração, moeda local, economia, sistema judiciário. Como resultado, a cidade tem uma considerável autonomia e apresenta algumas diferenças básicas em relação ao restante do país que devem estar na mente dos turistas que se aventuram pela cidade: