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terça-feira, 30 de agosto de 2016

De volta à Cidade do México

Em 2015, embarcamos para a Cidade do México, onde só foi possível ficar por 2 dias antes de embarcar para o Canadá. Dois dias que foram, claramente, poucos para explorar as inúmeras atrações que a capital mexicana oferece. Eu não poderia imaginar, entretanto, que, em menos de 1 ano, uma segunda oportunidade para viajar até a Cidade do México surgiria. Desta vez, no entanto, a trabalho, mas, obviamente, sem perder um minuto do tempo livre para passear por alguns dos pontos turísticos que ficaram de lado da visita anterior.

Falarei aqui, portanto, destes novos lugares que descobri durante esta segunda visita, embora tenha também passado por alguns locais visitados anteriormente, como: o Mercado de Artesanias La Ciudadela (ficava a poucos minutos de caminhada do hotel e, como havíamos deixado de comprar alguns souvenirs na viagem anterior, não resisti); o Palácio de Bellas Artes (ficava quase em frente ao hotel, de modo que, mesmo que eu não quisesse, passaria várias vezes por ele. Mas vamos combinar: é o prédio mais belo da cidade; então, não cansa nunca!); e o Zocalo, claro (é o coração da cidade, está bem próximo do Palácio de Bellas Artes e contem algumas atrações que ficaram de fora da primeira vez).

Palacio de Bellas Artes

domingo, 7 de agosto de 2016

O que fazer durante uma conexão prolongada no aeroporto de Dallas?

Se você estiver viajando pela companhia aérea americana American Airlines, terá grande chance de fazer alguma conexão no aeroporto de Dallas. E, caso esta conexão ultrapasse o período de seis horas, será inevitável se perguntar se há a possibilidade de se fazer algo na cidade enquanto o horário do seu próximo voo não chega.

Afinal, ninguém merece passar horas na sala de embarque de um aeroporto sem ter nada para fazer. E já que você está ali mesmo, em uma cidade que, talvez, nunca tenha pensado em visitar, porque não dar uma escapadinha do aeroporto?

Foi exatamente isto que resolvemos fazer quando descobrimos que, durante nossa viagem de Hong Kong para Guarulhos, teríamos oito horas de conexão em Dallas. Confesso que a cidade nunca me chamou a atenção e que nunca havia pretendido conhecê-la. E, claro, durante uma conexão é impossível conhecer bem uma cidade, seja ela qual for. Mas resolvemos não perder a oportunidade.

Centro de Dallas

domingo, 31 de julho de 2016

Último dia em Hong Kong

Nosso último dia em território chinês foi dividido entre Hong Kong e Macau. Na verdade, o plano inicial seria passar o dia em Macau e retornar a Hong Kong apenas à noite em tempo de assistir ao show de luzes que toma conta do skyline da ilha às 20 horas (já que não havíamos conseguido assisti-lo nos dias anteriores). Tudo, no entanto, teve que ser mudado devido ao atraso no nosso barco para Macau (mais um imprevisto decorrente do Ano Novo Chinês).

Como só conseguimos vaga no barco para Macau às 13 horas, aproveitamos o tempo antes do almoço para passear por uma atração da região de Kowloon que, inicialmente, ficara fora do nosso roteiro: o Kowloon Park. Afinal, o parque urbano fica praticamente vizinho ao terminal dos ferrys (o China Ferry Terminal) o que nos permitiria gastar o nosso tempo de espera sem grandes deslocamentos.

Entrada do Kowloon Park

sábado, 23 de julho de 2016

Conhecendo Macau, a cidade onde o português e o chinês se encontram

Você sabia que é possível andar por ruas com nomes como Tomás Vieira e Francisco Xavier Pereira, visitar um local chamado Largo do Senado e tirar foto com a típica arquitetura colonial portuguesa em pleno território chinês?

Pois é! Macau, uma região autônoma chinesa (assim como Hong Kong), nos passa a sensação de termos voltado para o Ocidente e até mesmo de estarmos caminhando pelas ruas de Portugal. Afinal, a península foi colonizada por mais de 400 anos pelos portugueses e a influência está por toda parte, gerando uma familiaridade inevitável nos brasileiros que visitam o local.

Mas não se engane. Dificilmente, você encontrará algum local falando a nossa língua por lá. O mandarim é a língua mais falada e, ao que parece, o nosso português já foi esquecido. Em compensação, os nomes das antigas ruas, praças e prédios continuam em português, fazendo de Macau uma interessante e inesperada mistura cultural em território chinês.

Português na China?? Isto é Macau!

sábado, 16 de julho de 2016

Passando perrengue na China: o dia em que um grito de "I need help" nos salvou

Nossa retorno de Guilin para Hong Kong já havia sofrido turbulências quando não encontramos mais vagas no trem que pegaríamos até a cidade de Shenzhen, de onde planejávamos retornar ao nosso hotel em Hong Kong de metrô, fazendo o caminho inverso ao que percorremos na nossa ida (detalho o nosso planejamento neste post). A época de maior migração humana no planeta (o ano novo chinês) já tumultuava a nossa viagem antes mesmo de embarcarmos.

A solução encontrada: 

1. Pegar um trem de Guilin para Nanning, onde chegaríamos, às 16:24h, na estação Nanning East.

2. Seguir para o aeroporto da cidade de táxi (como a estação era nova, o serviço metroviário ainda não havia cegado até a estação. O trajeto demorou cerca de 30 a 40 minutos). 

3. Pegar, então, um avião para Shenzhen, onde chegaríamos às 22:25h, em um trajeto de pouco mais de uma hora.

4. E, do aeroporto desta cidade, seguir para Hong Kong. Pesquisando na internet, vi que o aeroporto de Shenzhen contava com metrô. Bastaria, então, pegá-lo até a fronteira em Lo Wu, onde faríamos a imigração, entrando em Hong Kong e continuando de metrô até a estação próxima ao nosso hotel. 

Um trajeto complicado, cheio de baldeações, incluindo trem, carro, avião e metrô, mas possível.

Não contávamos, entretanto, com as informações incompletas (ou erradas) sobre as cidades chinesas, o que aliado à dificuldade em encontrar alguém que falasse inglês, nos colocou na situação que conto abaixo:

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Conhecendo a cidade chinesa de Guilin

Embora seja uma cidade realmente grande, com mais infra-estrutura do que Yangshuo, Guilin acaba servindo mais como ponto de partida para quem quer fazer o Li River Cruise. Dotada de aeroporto, duas estações de trem e terminal de ônibus, é em Guilin que os turistas chegam antes de partir para Yangshuo.

Mas a cidade chinesa também tem suas próprias atrações, com destaque para os belos Pagodes do Sol e da Lua, torres com arquitetura típica da Asia, comuns em países como China e Japão, e, em geral, associados à função religiosa. Além dos pagodes, destacam-se: o Elephant Trunk Hill, uma formação rochosa que lembra a tromba de um elefante mergulhando no rio Li; o Seven Star Park, um parque verde no meio da cidade; e a Reed Flute Cave, uma popular caverna da região.

Pagodes do Sol e da Lua em Guilin

sábado, 9 de julho de 2016

O que fazer em Yangshuo

Após o sensacional Li River Cruise, chegamos em Yangshuo e teríamos cerca de 24 horas para explorar a cidade e a região. Embora não fosse tempo suficiente para conhecer tudo que é possível, optamos pelo seguinte roteiro:

Tarde do primeiro dia: após a nossa chegada, passeio por agência de turismo até a Silver Cave, passando pela Moon Hill.

Noite do primeiro dia:  Liu Sanjie Impression Light Show.

Manhã do segundo dia: passeio pela cidade.

Yangshuo me surpreendeu assim que deixamos o barco. Pelo que havia lido sobre a cidade, a imaginava bem menor e menos desenvolvida. Além disso, devido ao feriado do ano novo, ela estava lotada de chineses. Muita gente, muito carro. Um trânsito horrível.

Yangshuo