Nossa retorno de Guilin para Hong Kong já havia sofrido turbulências quando não encontramos mais vagas no trem que pegaríamos até a cidade de Shenzhen, de onde planejávamos retornar ao nosso hotel em Hong Kong de metrô, fazendo o caminho inverso ao que percorremos na nossa ida (detalho o nosso planejamento neste post). A época de maior migração humana no planeta (o ano novo chinês) já tumultuava a nossa viagem antes mesmo de embarcarmos.
A solução encontrada:
1. Pegar um trem de Guilin para Nanning, onde chegaríamos, às 16:24h, na estação Nanning East.
2. Seguir para o aeroporto da cidade de táxi (como a estação era nova, o serviço metroviário ainda não havia cegado até a estação. O trajeto demorou cerca de 30 a 40 minutos).
3. Pegar, então, um avião para Shenzhen, onde chegaríamos às 22:25h, em um trajeto de pouco mais de uma hora.
4. E, do aeroporto desta cidade, seguir para Hong Kong. Pesquisando na internet, vi que o aeroporto de Shenzhen contava com metrô. Bastaria, então, pegá-lo até a fronteira em Lo Wu, onde faríamos a imigração, entrando em Hong Kong e continuando de metrô até a estação próxima ao nosso hotel.
Um trajeto complicado, cheio de baldeações, incluindo trem, carro, avião e metrô, mas possível.
Não contávamos, entretanto, com as informações incompletas (ou erradas) sobre as cidades chinesas, o que aliado à dificuldade em encontrar alguém que falasse inglês, nos colocou na situação que conto abaixo: