Menu

Mostrando postagens com marcador Espanha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Espanha. Mostrar todas as postagens

domingo, 6 de setembro de 2020

O que ver e fazer em Segóvia

Após nossa primeira visita a Madrid, ao chegar ao Brasil, uma amiga espanhola que morava aqui logo nos perguntou se havíamos ido a Segóvia e, diante da nossa negativa, foi logo dizendo que era uma das cidades mais bonitas da Espanha e se destacava especialmente pelo seu imponente e secular aqueduto romano. E o melhor: bem pertinho da capital espanhola.

Óbvio que corremos para a internet para pesquisar sobre a cidade e percebemos que ela, provavelmente, tinha razão. E, assim, bastou Madrid entrar novamente em uma das nossas viagens pela Europa, para Segóvia se tornar uma das certezas imediatas do nosso roteiro.

A encantadora Segóvia

A proximidade da pequena cidade medieval com Madrid, facilita bastante o trajeto até lá, da mesma forma que Toledo, de modo que, atualmente, indico que, se possível, qualquer turista que esteja visitando a capital do país, reserve pelo menos um dia para conhecer Segóvia e outro para conhecer Toledo. E, embora pernoitar em qualquer uma destas cidades fosse o ideal, fazer um bate-e-volta é plenamente possível.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Toledo, a pequena cidade medieval a menos de uma hora de Madrid

Você é daquelas pessoas que se sentem fascinadas por cidades que parecem ter parado no tempo em plena Idade Média? Se sim, você vai amar Toledo, pequena cidade espanhola, cujo centro histórico guarda, imponente, no alto de uma colina, as memórias de uma antiga Espanha. Ruas e casas medievais ainda cercadas por uma muralha e inúmeras outras referências ao modo de vida medieval são a marca registrada de Toledo. 

Além disso, é possível visitar museus (como o  que relembra os antigos Templários ou o que expõe as obras de arte do artista El Greco), conhecer Igrejas, Mesquitas e Sinagogas (representando os diversos povos que habitaram cidade), comprar inúmeros artigos relacionados a filmes e séries com inspiração medieval (como O Senhor dos Anéis e Game of Thrones), deliciar-se com a gastronomia local (incluindo o marzipã, doce típico da cidade) e se deparar com inúmeras referências ao personagem literário mais famoso do país: Dom Quixote. Afinal, é perto de Toledo, em Consuegra (a 50 min de carro), que se encontram os moinhos de vento que inspiraram Miguel de Cervantes. 

Toledo. Percebam que a parte da cidade mais no alto é murada. 

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Madrid: um dia dedicado ao Parque del Retiro

Onde passamos a maior parte do nosso último dia em Madrid? No Parque del Retiro, uma grande e agradável área verde no centro de Madrid e acabou se tornando um dos nossos lugares preferidos da cidade. E um dos nossos parques preferidos na Europa.

Construído ainda no século XVII, o parque, até hoje, reúne os habitantes de  Madrid que praticam atividade física, fazem piquenique, passeiam de barco por seu lago ou leem um livro sob as suas árvores. E, obviamente, os turistas acabam se misturando neste cenário. Entre as atrações da área: o Palácio de Cristal (uma espécie de estufa à beira de um pequeno lago artificial); o Monumento a Afonso XII (um dos mais importantes monumentos do parque, dominando a paisagem às margens do principal lago do local); o Paseo de las Estatuas (um caminho margeado de estatuas dos reis que governaram a Espanha ao longo dos séculos).

Parque del Retiro

segunda-feira, 27 de março de 2017

Madrid: Da Puerta del Sol ao Templo de Debod

Para o nosso primeiro dia em Madrid, concentrei o nosso trajeto em um trecho, facilmente, percorrido a pé, começando por uma das principais referências da capital espanhola, a Puerta del Sol e passando por charmosas ruas históricas, belas praças e jardins, um palácio de tirar o fôlego, referências a Dom Quixote e até mesmo um templo vindo diretamente do Egito Antigo. Um trajeto que, de cara, me fez perceber que eu estava completamente enganado em ter baixas expectativas com a cidade. Madrid já começou me provando que é perfeitamente possível se apaixonar por ela!

Madrid

A Puerta del Sol é um dos corações da cidade. E, como já falei no post anterior, acabei montando o meu roteiro em torno dela. A praça tem uma estação de metrô para chamar de sua, por onde passam as linhas 3 e 4. E sua principal atração consiste em um dos símbolos de Madrid: a estátua O Urso e o Madroño (ou medronheiro em português).

segunda-feira, 13 de março de 2017

Algumas dicas sobre Madrid

Começo este texto sobre Madrid fazendo uma confissão: eu não esperava muito da cidade, de modo que as minhas expectativas não eram muito altas. Talvez este sentimento tenha surgido do fato de sempre ouvir das pessoas que Barcelona é melhor e mais bonita do que a capital espanhola. Pois a minha impressão acabou sendo a inversa. Admito, inclusive, que me decepcionei um pouco com Barcelona. Excetuando as obras relacionadas a Gaudí, não vi nada na cidade que justifique ela ser considerada mais bonita do que Madrid.

Portanto, acabei me apaixonando por Madrid e já a considero uma das minhas capitais preferidas da Europa. Não esperava me encantar tanto com a beleza dos seus prédios e com a alegria contagiante dos seus habitantes. Madrid não se destaca por uma ou mais atrações específicas. Na verdade, nem existe esta super atração, como a Torre Eiffel em Paris e a Sagrada Família em Barcelona. Em Madrid, a atração maior é a própria cidade.

Tivemos três dias na capital da Espanha, sendo que, em um deles, passamos boa parte do nosso tempo em Toledo, pequena cidade medieval, localizada a menos do que 60 minutos de Madrid. De qualquer modo, deu tempo de curtir bastante a capital espanhola, embora, para apreciar com mais calma os seus museus, fosse necessário pelo menos três dias inteiros.

Estátua O Usro e o Madroño, um dos símbolos de Madrid

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Segundo dia em Barcelona: visitando o Monte Tibidabo

O Monte Tibidabo, com seus mais de 500 metros de altura, corresponde a um ótimo ponto para se ver a cidade de Barcelona e o mar Mediterrâneo do alto. Além da função de mirante, o monte apresenta um antigo parque de diversões (de mesmo nome), com brinquedos que funcionam desde o início do século XX, e uma igreja, a Sagrat Cor (Sagrado Coração).

Nosso objetivo em visitar o monte era mesmo avistar a cidade a partir do seu topo e, como saímos do Parc Guell ainda com tempo de explorar outra atração de Barcelona, resolvemos seguir para lá.

Monte Tibidabo visto do Parc Guell (percebam a igreja no topo)

A maior desvantagem do Tibidabo? A distância e a dificuldade para se chegar até lá utilizando o transporte público. No nosso caso, foi preciso um trajeto de metrô, seguido de duas linhas diferentes de ônibus, para poder chegar na bilheteria do funicular que sobe o monte. Na verdade, as informações que havíamos coletado na internet não estavam completas e acabamos nos confundindo bastante ao sair da estação de metrô em busca do ponto de ônibus. Apenas perguntando muito aos moradores e motoristas de ônibus é que conseguimos encontrar as paradas e as linhas de ônibus corretas.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Segundo dia em Barcelona: visitando o Parc Guell

Além da Sagrada Família, outra obra bastante visitada de Gaudí, na cidade de Barcelona, é o Parc Guell. E a sua visita seria o foco da segunda parte do nosso passeio naquele dia. O parque urbano fica no Monte Carmelo e foi encomendado a Gaudi por Eusebi Guell, um rico conde, que tinha o objetivo de urbanizar aquela área do monte, criando uma área com residências de luxo para os milionários de Barcelona.

As vendas, no entanto, foram um fracasso (talvez a elite catalã não visse com bons olhos a excentricidade de Gaudí e suas formas com referências à natureza), e, assim, o parque acabou se tornando propriedade da prefeitura, transformando-se em monumento histórico da cidade e Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Sorte a nossa, turistas, que ganhamos uma extraordinária atração para visitar em Barcelona.

Parc Guell

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Segundo dia em Barcelona: visitando a Sagrada Família

O nosso segundo dia na capital catalã tinha um objetivo específico: visitar as principais obras de Gaudí pela cidade, com destaque para a Sagrada Família e para o Parc Guell. E, exatamente, por isso, este foi o nosso dia preferido na cidade. Afinal, na nossa opinião, a originalidade de Gaudí é o que Barcelona tem de melhor. 

E o primeiro destino escolhido foi aquele que eu estava mais curioso para conhecer: a Sagrada Família. É comum vermos fotos da famosa igreja, com suas características peculiares, sempre se destacando em meio aos prédios da cidade. E a beleza que, por foto, já é imensurável, ao vivo não poderia jamais decepcionar. E não decepcionou mesmo! A Sagrada Família é, desde já, a minha igreja preferida no mundo, pela sua beleza, criatividade, singularidade e originalidade.

A Sagrada Família


Com sua construção iniciada ainda no final do século XIX (mais precisamente, em 1882), a igreja continua sendo construída até hoje. E não é à toa, considerando a ambição artística que o seu arquiteto imprimiu à obra. E é exatamente por conta disso que toda visão da Sagrada Família vem acompanhada de guindastes, sendo possível, inclusive, ver os operários trabalhando em sua construção durante a visita. A sua maior parte já foi concluída, claro, e, ao que parece, na próxima década, ela, enfim, estará concluída.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Primeiro dia em Barcelona: visitando o Montjuic

A segunda parte do nosso roteiro no primeiro dia em Barcelona foi toda dedicada ao Montjuic, colina com vista principal para o porto e a cidade antiga e repleto de lugares para se conhecer, sejam eles relacionados à história (Castelo de Montjuic), à cultura (Fundação Miró e Museu de Arte Nacional da Catalunha) ou aos esportes (complexo olímpico construído para os jogos de Barcelona em 1992). É também um local repleto de jardins, com muito verde, e vários mirantes com vista panorâmica para a cidade. Portanto, é possível passar um dia inteiro percorrendo o Montjuic.

Mas por se tratar de uma colina, fica mais complicado acessá-la caminhando, de modo que o transporte público acaba sendo a melhor opção. A dica é começar pelo topo e, então, ir descendo a pé, enquanto se conhece as atrações escolhidas. Obviamente, você pode também contratar alguma excursão para percorrer a colina, mas além de ser mais cara, tem aquela chatice de ficar determinando quanto tempo você pode ficar em cada local.

O Palau Nacional, localizado no Montjuic

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Primeiro dia em Barcelona: Bairro Gótico, Parc de la Ciutadella e Las Ramblas

Chegamos em Barcelona em torno das 6 horas da manhã em um ônibus noturno que saíra de Marselha, na noite anterior. Infelizmente, não dormimos muito bem com as inúmeras paradas do motorista ao longo do caminho, mas, mesmo cansados, estávamos em Barcelona, era a minha primeira vez na Espanha, e nós estávamos super empolgados para desbravar a capital da Catalunha. E, assim, acabamos caminhando mais do que em qualquer outro dia desta viagem. Então, já dá para perceber que o dia foi puxado, não é mesmo?

Nosso primeiro destino foi o nosso hostel (o Hostal Lleida, no distrito de Eixample), onde deixamos a nossa bagagem e, ainda sem poder ter acesso ao quarto (devido ao horário) para um banho merecido, seguimos direto para as ruas da cidade. Nosso plano: desbravar o Bairro Gótico, onde estão as mais antigas construções da Barcelona, passear pelo Parc de la Ciutadella e almoçar em Las Ramblas, para depois retornar ao hostel, tomar banho e seguir para o Montjuic.

Antes, tomamos café da manhã numa padaria próxima ao hostel e, então, seguimos caminhando em direção à Plaça de Catalunya. Olhando em retrospecto, deveríamos ter ido de metrô. Afinal, foram quase 30 minutos de caminhada até chegar à praça em um dia que já seria muito puxado. Mas é aquela história: quando chegamos em uma cidade nova, a empolgação bate de tal forma que o que queremos mesmo é andar pelas ruas para ir se ambientando com a cidade e não se enfurnar abaixo da terra em um metrô.

Apreciando os prédios de Barcelona pelo caminho

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Montando um roteiro em Barcelona

Sem dúvida, uma das cidades que mais se beneficiaram, do ponto de vista turístico, após se tornar sede dos Jogos Olímpicos, foi Barcelona, uma vez que o turismo local só aumentou após as Olimpíadas de 1992, tornando a cidade um dos principais motivos para se visitar a Espanha entre os turistas de todo o mundo.

Beneficiada também pelo clima litorâneo (graças ao Mediterrâneo que a banha), a cidade acaba sendo um destino popular durante o verão, quando suas praias costumam ficar lotadas. Além disso, o inverno por lá é mais ameno do que em outras cidades europeias, o que acaba a tornando um destino interessante para quem está passeando pelo continente durante o inverno, mas quer fugir de temperaturas muito baixas. 

Para completar, a cidade conta com obras arquitetônicas singulares idealizadas pela mente lúdica e original de um dos filhos mais ilustres da Catalunha: Antoni Gaudí. Suas obras, como a inigualável Sagrada Família (ainda em construção) e o incrível Parc Guell, acabam sendo o motivo principal para uma visita à cidade (e, na nossa opinião, são o ponto alto de uma passagem pela cidade).

A Sagrada Família, obra de Gaudí ainda em construção e um dos principais motivos para se visitar Barcelona

Como ir da França para Barcelona

Ao decidir fazer uma viagem pela Europa, é comum incluirmos mais de um país no roteiro, considerando a relativa proximidade entre importantes cidades do continente e a rica e bem estruturada rede de transportes que existe interligando os diversos países europeus. E, tendo em vista, que França e Espanha fazem fronteira entre si, não é incomum incluir os dois países no mesmo roteiro.

Ao olhar o mapa da Europa e procurar pelas duas principais cidades turísticas da Espanha, Barcelona e Madrid, percebemos que a primeira fica mais próxima da fronteira com a França, fazendo, inclusive, parte da costa do Mediterrâneo que também banha o sul da França. E, assim, acabamos não resistindo e incluindo Barcelona na nossa viagem. Mas lembre-se que as distâncias vistas em mapa podem enganar e, às vezes, as horas de viagem por terra podem ser mais longas do que imaginamos a princípio.

Barcelona

Obviamente, a forma mais rápida de se chegar a Barcelona (ou até a Madrid) será de avião, opção que se torna ainda mais atrativa considerando o excelente valor das passagens oferecidos pelas companhias low cost da Europa, como a Easyjet e a Ryanair. A primeira tem voos de Paris e de Lyon, mas não de Marselha (as três maiores cidades francesas), para Barcelona. A segunda tem voos partindo de Paris, mas não de Lyon nem de Marselha. Portanto, se você quiser seguir direto de Paris para Barcelona, o avião acaba sendo a opção mais prática (e sem gastar muito). Só lembre que estas companhias costumam cobrar também pela bagagem.