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quarta-feira, 29 de maio de 2019

LX Factory, área pública de lazer em Lisboa

Se tem algo que nos encanta em algumas cidades desenvolvidas que vistamos é iniciativa de transformar áreas antes abandonadas em espaços públicos de convivência e lazer. É o reaproveitamento inteligente levando à revitalização urbanística de espaços aparentemente sem função. Já vimos isso em Nova York, Toronto e Tel Aviv, por exemplo.

E, em Lisboa, também tivemos o prazer de visitar uma área assim: a LX Factory. O que antes era uma área industrial abandonada no bairro de Âlcantara, transformou-se num complexo de bares, restaurantes, lojas e galerias de arte. Um espaço de convívio público que vale a visita.

LX Factory
Além de bons restaurantes, a LX Factory possui também uma livraria que causará entusiasmo em amantes da leitura: a Ler Devagar. O espaço manteve parte da estrutura e do maquinário da antiga fábrica ali localizada, o incorporando à decoração. O resultado é um bom exemplo de criatividade e bom gosto.

sábado, 25 de maio de 2019

Última tarde em Lisboa: Parque Eduardo VII e Mercado da Ribeira

Após nossa agradável visita ao Parque das Nações, era hora de aproveitarmos nossa última tarde em Lisboa para visitar alguns últimos pontos turísticos que ficaram de fora do nosso roteiro até então.

Para isso, nós pegamos a linha vermelha de metrô e seguimos até a última estação, a de São Sebastião. O objetivo de descer ali era conhecer outra atração de Lisboa fora do centro histórico e de Belém: o Parque Eduardo VII.

Parque Eduardo VII, em Lisboa

No caminho entre a estação e o parque, passamos pelo El Corte Inglês de Lisboa. Para quem não conhece, é uma famosa cadeia de lojas de departamento espanhola. No seu interior, há supermercado, restaurantes, cinema e, logicamente, muitas lojas. Boa opção para quem não dispensa um momento de compras durante uma viagem.

domingo, 19 de maio de 2019

Conhecendo o Parque das Nações em Lisboa

No final do século XX, como parte do processo de modernização de Lisboa para a Expo 98, foi desenvolvido, às margens do rio Tejo, o projeto urbanístico que gerou o Parque das Nações, área pública de integração com o meio ambiente, que modernizou e revitalizou esta antiga zona ribeirinha.

E, hoje, esta área corresponde a um importante polo turístico da capital portuguesa, oferecendo, ao visitante, uma Lisboa completamente diferente do seu centro histórico. Tudo em volta do Parque das Nações exala modernidade. Os prédios, pontes e praças investiram em uma arquitetura arrojada, mantendo inúmeras áreas arborizadas para a convivência mútua de moradores e turistas.

A parte moderna de Lisboa vista do Parque das Nações

Para se chegar ao Parque das Nações, é possível seguir de trem ou metro até a Estação do Oriente e, de lá, seguir caminhando por uma curta distância até o local. A linha de Sintra é uma das quais possuem comboios até esta estação. Se preferir o metrô, deve-se pegar a linha vermelha. Se estiver no centro, você poderá pegar a linha verde e seguir até a estação Alameda para fazer baldeação para a linha vermelha.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Visitando o Castelo de São Jorge

No topo de uma das colinas de Lisboa, vigiando do alto o centro histórico da cidade, vemos o antigo Castelo de São Jorge, cujas muralhas, que remontam aos tempos medievais, foram testemunhas de várias passagens históricas de Lisboa ao longo dos séculos. Afinal, a fortificação assumiu função militar, esteve sob o domínio muçulmano, foi reconquistado pelos cristãos (quando ganhou o nome do padroeiro dos cruzados) e serviu de palácio para a monarquia portuguesa.

O Castelo de São Jorge

Parte desta história pode ser vista a partir da exposição de artefatos arqueológicos expostos no interior do monumento. Mas a visita ao castelo vai além disso. De suas muralhas, tem-se uma das melhores vistas da parte histórica de Lisboa e do rio Tejo. E, ao final do dia, é possível apreciar um belo por do sol a partir da fortificação.

domingo, 21 de abril de 2019

Como é a visita ao bairro de Belém em Lisboa

Já fizemos um post inteiro para falar sobre nosso roteiro pelo centro histórico de Lisboa. Agora, vamos contar como foi nossa visita à Belém, bairro da capital portuguesa que concentra três importantes pontos turísticos da cidade: o Padrão dos Descobrimentos, a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerônimos.

A famosa Torre de Belém, um dos principais pontos turísticos de Lisboa

Após dedicar a manhã do nosso primeiro dia na cidade ao centro, chegara a hora de passar uma agradável tarde passeando por Belém. Como os três pontos citados acima se localizam relativamente perto um dos outros, pode-se conhecer o bairro caminhando. No entanto, Belém não fica próximo do centro, sendo necessário seguir até lá de transporte público. 

Como não há estação de metrô em Belém, sobram, então, os ônibus e os bondinhos. Já andamos muito de ônibus na vida, de modo que não pensamos duas vezes antes de escolher o clássico bondinho de Lisboa. 

sábado, 20 de abril de 2019

Nosso roteiro pelo centro histórico de Lisboa

Como toda capital europeia, Lisboa tem um centro histórico rico, que está entre as partes mais movimentadas e visitadas de toda a cidade. Para os brasileiros, então, que temos nossa própria história fortemente associada a Portugal, passear pela cidade é dar de cara com prédios antigos cuja arquitetura lembra nossas próprias cidades históricos.

Centro histórico de Lisboa


Esta foi, então, a primeira parte da cidade que escolhemos visitar. E este primeiro contato logo gerou em mim uma surpresa. Afinal, eu já havia conhecido Lisboa há 8 anos, e foi notório perceber o aumento gigante do turismo na cidade. 

Aliás, o investimento no turismo foi uma das estratégias utilizadas pelo governo para tirar Portugal da crise sofrida pelo país no início desta década. E, ao que percebemos, esta estratégia rendeu bons frutos. Lisboa é, a olhos vistos, bem mais visitada hoje do que há oito anos.

Por outro lado, o fluxo intenso de turistas não nos pareceu ter sido acompanhada por um aumento do cuidado com os prédios históricos da cidade. Em algumas partes do centro, percebemos que muitas construções ainda carecem de restauração. E, em muitas ruas, percebemos que a limpeza ainda não é o forte da capital portuguesa. 

Nada, no entanto, que impeça o visitante de apreciar e se encantar por Lisboa.